terça-feira, 17 de novembro de 2015

Beijar quem?


Uma curiosidade diabólica.

eagles



Havia cerca de 1.500 pessoas na sala de espetáculos Bataclan de Paris.
Para “celebrar” a Sexta-Feira 13, a Bataclan contratou a banda Eagles Of Death Metal. Uma das músicas da banda tem o seguinte título: 

“Beije o Diabo”.  Vejam a letra:

Quem vai adorar o Diabo?

Quem vai cantar a sua canção?

Quem vai adorar o Diabo e sua canção?

Eu vou adorar o Diabo

Eu vou cantar a sua canção 

Eu vou adorar o Diabo e sua canção!

Quem vai adorar o Diabo? 

Quem vai beijar a sua língua? 

Quem vai beijar o Diabo na sua língua?

Eu vou adorar o Diabo…


Muitos cantaram, dançaram, beijaram e adoraram. 
COM CERTEZA JÁ ESTÃO NOS BRAÇOS DO AMADO! 
Pai, perdoa!

Shalom 
Paulo Dung



segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Hipócritas!



De todo o mundo surgem mensagens de condenação e de solidariedade ao povo francês, incluindo da Arábia Saudita e da própria Síria. As redes sociais estão inundadas de legítimas e sentidas mensagens de solidariedade a França. Tudo muito justo, como deve ser.
Mas é bom lembrar que há muito tempo Israel tem sido alvo deste mesmo ódio islâmico. Diariamente os judeus são atacados na sua própria terra sem que o mundo, aparentemente tão solidário com o ataque aos "valores e interesses ocidentais", abra a boca em condenação. Por que será?
É que quando se trata da carne de judeus e de ataques a Israel, a régua usada para medir o sofrimento já é outra. O mundo "civilizado" julga-se no direito de escolher quem é digno de solidariedade, e quem pode ser esquecido, ainda que maltratado sem dó nem piedade.

Não podemos esquecer que tanto a Europa, o mundo ocidental e Israel partilham as mesmas ameaças e sofrem as consequências do mesmo ódio e desprezo pela vida humana e pelos valores civilizacionais construídos ao longo de séculos pela cultura judaico-cristã.

Sejamos então solidários para com todos aqueles que são vítimas do ódio islâmico, independentemente das alegadas (e injustificáveis) causas, sob pena de favorecermos uns e negligenciarmos outros que merecem, e precisam, dessa mesma solidariedade e apoio. 


Forte abraço
Shalom Paris
Shalom Israel
Shalom Brasil



sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Nunca Mais?

Nunca Mais!



Quando a gente lê, não acredita, quando vê, fica assombrado. Hoje, numa Europa esfacelada e de joelhos, o antissemitismo está mais presente do que nunca. Parece que o pesadelo vai se tornar real, à reboque de um cristianismo anestesiado, convencido de que a Igreja é a substituta de Israel. Este é o resultado de anos de perseguição e doutrinação.
Nada diferente do que sempre foi.

Continuação
Parte 2 de 7


- Seus soldados eram várias vezes mais numerosos que os colonos Judeus e tinham superioridade indiscutível, em armas, tanques e aviões -


Tendo recebido da ONU uma faixa estreita e indefensável de terra, rodeado de inimigos dispostos a extermina-lo, Israel deveria ter sido aniquilado. Porém, para surpresa do mundo inteiro, que torcia para seus inimigos, os colonos Israelenses derrotaram os que buscavam destruí-los, exatamente como Deus prometera.

E assim tem acontecido em guerra após guerra, à medida em que seus inimigos tem tentado aniquilar Israel.

Os Muçulmanos tem como dever religioso a exterminação dos Judeus. Eles sonham com sua destruição e promovem festas para honrar os assassinos dos cidadãos Israelenses. O fundamentalismo Islâmico começa a varrer o nosso mundo. O próprio Maomé declarou:

   "A última hora não virá antes que os Muçulmanos lutem com os Judeus, e os matem."

Mas, por que a imprensa chama os terroristas Muçulmanos de radicais e extremistas? Na verdade eles estão sendo apenas fiéis ao Islamismo. O Corão ordena:

   "Não tomeis por confidentes (amigos) os Judeus, nem os Cristãos... Matai os idólatras (os não Muçulmanos) onde quer que os acheis... Capturai-os, acossai-os e espreitai-os."

Líderes Muçulmanos religiosos e políticos ameaçam os Judeus, como fazia Hitler, na TV, pelo rádio e alto-falantes, nas ruas e nas mesquitas. Quando bradam que:

 "A batalha contra Israel será tal que Israel deixará de existir."; falam por todos.

O extermínio de Israel é transmitido aos Muçulmanos desde o aleitamento. Um ministro da educação da Síria escreveu:

 "O ódio com que doutrinamos as mentes dos nossos filhos contra Israel, desde o parto, é sagrado".

Um livro texto de adolescentes Egípcios declara:

 "Israel não viverá se os Árabes forem firmes no seu ódio."

E um livro de pré adolescentes diz:

"Os Árabes não desistem de trabalhar em prol do extermínio de Israel."

 Não deixa de ser uma completa insanidade Israel tentar fazer acordos de paz com um inimigo como esse, mas a pressão mundial o obriga a isso.

Na guerra do Yom Kipur de 1973, milhares de tanques atravessaram simultaneamente o Sinai, oriundos do Egito e descendo O Golan, à partir da Síria, num ataque surpresa cuidadosamente orquestrado. As forças militares de Israel estavam todas de licença, celebrando a mais sagrada de suas festas religiosas, levando portanto três dias para que se mobilizassem. 300.000 Israelenses enfrentaram 1,2 milhões de Árabes, escapando por um fio da derrota. Israel sofreu pesadas baixas  mas, em cumprimento da admirável profecia de Zacarias de que as tropas Judias seriam fogo que consumiria seus vizinhos,Israel expulsou os seus inimigos.

Em retaliação por ter se defendido, 61 Nações romperam Relações Diplomáticas com Israel, enquanto NENHUMA nação repreendeu os Árabes por seu ataque surpresa.

Este tenso e custoso estado de alerta de Israel tem sido manipulado de modo a acusa-lo de perpetrador de violência infundada contra vizinhos amantes da paz.

O antissemitismo é uma força motriz da mídia mundial, que é muito influenciada pelo dinheiro do petróleo. Não se veicula nenhuma crítica aos Árabes nas suas repetidas ameaças de extinguir Israel. Quando Israel deportou 400 terroristas do Hamas por terem matado e mutilado centenas de seus civis, foi criticado pela mídia internacional e censurado pelas Nações Unidas, mas quando o Kwait deportou 300.000 "Palestinos", em sua maioria civis inocentes, a mídia fez pouco caso e as Nações Unidas ignoraram o fato.

As Nações Unidas são flagrantemente pró-Árabes e contra Israel. As chamadas forças de paz das Nações Unidas no Líbano abrigaram terroristas da OLP, ofereceram suas instalações para treinamento, forneceram equipamento militar e auxiliaram as equipes de terroristas à caminho de atacarem Israel. Quando Israel se viu pressionado à ponto de invadir o sul do Líbano para expulsar a OLP, descobriu na área das Nações Unidas estoque suficiente de armamentos para sustentar uma invasão de 1 milhão de homens e, a maioria era de equipamento sofisticado e avançado demais para ser operado pela OLP, e era, obviamente, destinado à uma invasão Soviética.

 A ONU já condenou Israel mais de 370 vezes por ter se defendido, porém NUNCA condenou os terroristas ou os seus agressores.

Dois anos após as Olimpíadas de Munique, em que a OLP assassinou onze atletas Israelenses, Arafat, seu líder na época, foi convidado a falar na Assembléia geral da ONU, e foi recebido como herói, embora clamasse  pela "Extinção de Israel". O então secretário geral da ONU, Boutros-Boutros Gali declarou:

   "Os Judeus devem abrir mão de sua condição de Nação, e do Estado de Israel, para serem assimilados como uma comunidade, no mundo Árabe".

O Domo da Rocha, no cume do monte Moriah, está situado no coração de Jerusalém. Esta edificação de 141.000 m²,  inspira paixões tão explosivas que pode ser o estopim para a 3ª Guerra Mundial à qualquer instante. Foi ali que Abraão, obedientemente, construiu um altar e colocou sobre ele o seu filho Isaac, disposto à oferece-lo como sacrifício à Deus, mas Deus impediu-o e providenciou um carneiro para substituir à Isaac. 900 anos mais tarde, há cerca de 3.000 anos, o Rei Davi comprou aquele terreno santo de Araúna, o Jebuseu, para poder ali edificar um altar ao seu Deus. E foi ali que Salomão construiu o primeiro templo. Do templo Judeu, destruído por duas vezes, não resta nada. Em seu lugar se ergue o Domo da Rocha, um imenso monumento ao Deus Islâmico da lua, o antissemita Allah.

Em 1967, quando o exército de Israel capturou o Leste de Jerusalém, e junto com ele o Monte do Templo, isto parecia contradizer a profecia de Cristo de  que  Jerusalém seria "pisada" pelos gentios até à sua vinda mas, incrivelmente, Israel imediatamente devolveu o Monte do Templo aos cuidados do Rei Hussein da Jordânia. Este, por sua vez, o confiou a Yasser Arafat e à sua OLP, em 1994.
Assim, o coração de Jerusalém, está nas mãos dos gentios, e as nações dos gentios de todo o mundo exigem o controle.

Uma das principais tensões do Oriente Médio, hoje em dia, é a chamada questão do povo Palestino. E começa com A OLP, que alegava representar os Palestinos, mas era na verdade, uma organização islâmica de terrorismo. Ela treinou as gangues de assassinos de Idi Amin Dada, que mataram 300.000 cristãos negros em Uganda.

Na verdade, a maioria das organizações terroristas, em todo o mundo, foi treinada pela OLP. Seu fundador, Yasser Arafat, cometeu seu primeiro assassinato aos vinte anos. Sob sua liderança a OLP se tornou a mais rica, a mais violenta e a mais sangrenta das organizações terroristas já conhecidas. Por exemplo, em 1970 a OLP tinha 55 bases na Jordânia, e seu terrorismo contínuo contra os civis Jordanianos era tão maligno, que o Rei Hussein a atacou, com suas tropas de beduínos e, após semanas de sangrentas batalhas, expulsou a OLP para o Líbano. Ali a OLP aniquilou, entre outras, três das mais importantes cidades Cristãs Libanesas. Na ocasião, a mídia fez vistas grossas ao seu reinado de terror no Líbano.

A imprensa internacional foi AMEAÇADA e se manteve em silêncio.  Os que OUSARAM divulgar a verdade tiveram mortes brutais - Larry Burchmann e Sean Tulley da TV Abc, Mark Trian da rádio Belga Livre, Robert Pieffer da revista Der Speiggel - entre outros.

Cerca de 300.000 civis Libaneses foram mortos e mais de 100.000 jovens sobreviventes foram engravidadas por estupros coletivos dos guerrilheiros da OLP, antes que Israel os expulsasse. Porém, ao contrário do que seria o lógico, Israel foi CENSURADO e, Por incrível que pareça, Arafat e seus assassinos da OLP foram eximidos e celebrizados pela mídia mundial.

 Esse criminoso, impiedoso e sádico, recebeu um prêmio Nobel da Paz e foi honrado como um "campeão" da justiça em prol do oprimido povo Palestino. Palestinos?

Nunca houve Palestinos, seja povo, Nação, Língua, Cultura, Religião ou Economia. As alegações de serem descendentes de um povo Palestino que, supostamente, habitou uma terra chamada Palestina por milhares de anos, não passa de uma mentira intencional. Porém, uma história revisada, que oculta a verdade, é promovida nas melhores enciclopédias e livros, incluindo publicações Cristãs. Aqueles que hoje se denominam Palestinos são Árabes, por berço, língua, religião Islâmica e cultura. A origem do termo provêm dos Filisteus, os arqui inimigos do antigo Israel.

 Em 130 D.C - os Romanos reconstruíram Jerusalém como uma cidade pagã, tendo um templo para Júpiter, no lugar do templo Judeu. Provocados á rebelião, 500.000 Judeus foram mortos e milhares escravizados. Os Romanos, irados, renomearam a terra de Israel, batizando-a com o nome de "Syria Palestina", assim surgiu o termo Palestina. Dali em diante, os JUDEUS que ali viviam foram chamados de Palestinos. Na II Guerra, o Exército Britânico tinha uma brigada "Palestina", composta por voluntários Judeus. A orquestra sinfônica da "Palestina" era composta de músicos Judeus, assim como o "Palestinian Post" era um jornal de Judeus.

Em 1948 Árabes fugidos de Israel começaram a alegar que eles eram os verdadeiros Palestinos, e que a terra de Israel sempre lhes pertencera e, desde então, a mídia promove essa mentira mas, a verdade é que em 1948 os Árabes ocupavam meros 3% da "Palestina", enquanto que a posse de Israel data de 4.000 anos, desde quando Abraão adquiriu a capela Macpela em Hebrom. Ali Abraão sepultou sua esposa Sara, e ali estão enterrados o próprio Abraão, seu filho Isaac, seu neto Jacó e sua esposa Lia. Em Hebrom Davi foi coroado Rei. É um lugar sagrado para os Judeus e não tem nada à ver com os Árabes ou com o Islã. Ainda assim os Muçulmanos e o mundo ignoram a presença contínua dos Judeus por 3.000 anos, e estão dispostos a expulsar todos os residentes Judeus.

 Há quase 70 anos o mundo convive com o problema dos, autodenominados, refugiados Palestinos da Guerra pela Independência em 1948. Em mais uma mentira típica, a mídia mundial acusa os Judeus de, impiedosamente, desalojarem a população "nativa". Quando na verdade foi o alto comando Árabe que os instrui, por rádio, a deixar rapidamente a Palestina enquanto eles massacrariam os Judeus. Uns 350.000 fugiram. Muitos ficaram. Os que ficaram, hoje, são cidadãos Israelenses e, atualmente, compõe uns 20% do eleitorado de Israel.

Apesar dos bilhões de dólares em jazidas de petróleo, e uma área terrestre 700 vezes maior que a de Israel, as nações árabes se recusam a aceitar quaisquer refugiados de 1948. Somando milhões, devido à sua alta taxa de natalidade, hoje eles vivem vergonhosamente em Gaza, Jordânia, Líbano, Síria e na "Margem Ocidental". Esses infelizes são mantidos assim, para que seu infortúnio seja exibido ao mundo como propaganda.

Por outro lado, o recém formado Estado de Israel, cuja população somava 600.000 habitantes, absorveu rapidamente 820.000 refugiados Judeus que fugiam das terras árabes, onde por 13 séculos, desde o advento do islamismo, eram sujeitados a surras e cusparadas, nas ruas e nos mercados,
inumeráveis foram brutalizados e mortos pelos muçulmanos, em surtos imprevisíveis de violência, e tiveram suas posses confiscadas.

O renascer do Estado de Israel lhes proporcionou um refúgio acolhedor para o qual fugiram.

A Jordânia anexou o território Palestino designado pela ONU, expulsou todos os Judeus, destruiu todas  as sinagogas Judaicas e renomeou de "Margem Ocidental", as terras conhecidas como Judeia e Samaria, desde os tempos bíblicos.  (Continua)


terça-feira, 10 de novembro de 2015

Acende a luz!

  - A luz do Baile - 


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                                                      por...

                                                                                                                                                                                         Monteiro Lobato                                                                                                



Quem foi este homem que não deixou lembranças neste país? Apenas um Imperador?
Um Imperador que reinou apenas durante 58 anos…
Tirano? Despótico? Equiparável a qualquer facínora coroado?
Não.
Apenas a Marco Aurélio.
A velha dinastia Bragantina alcançou com ele esse apogeu de valor
mental e moral que já brilhou em Roma, na família Antonina, com o
advento de Marco Aurélio. Só lá, nesse período feliz da vida romana,
é que se nos depara o sósia moral de Pedro II.
A sua função no formar da nacionalidade brasileira não está bem
estudada. Era um ponto fixo, era uma coisa séria, um corpo como
os há na natureza, dotados de força catalítica.
Agia pela presença.
O fato de existir na cúspide (1) da sociedade um símbolo vivo e
ativo da Honestidade, do Equilíbrio, da Moderação, da Honra e do
Dever, bastava para inocular no país em formação o vírus das
melhores virtudes cívicas..
O juiz era honesto, senão por injunções da própria consciência, pela
presença da Honestidade no trono. O político visava o bem público,
se não por determinismo de virtudes pessoais, pela influencia
catalítica da virtude imperial. As minorias respiravam, a oposição
possibilizava-se: o chefe permanente das oposições estava no
trono. A justiça era um fato: havia no trono um juiz supremo e
incorruptível. O peculatário, (2) o defraldador (3), o político
negocista, o juiz venal, o soldado covarde, o funcionário relapso, o
mau cidadão enfim, e mau por força de pendores congeniais (4),
passava, muitas vezes, a vida inteira sem incidir num só deslize. A
natureza o propelia ao crime, ao abuso, à extorsão, à violência, à
iniquidade – mas sofreava as rédeas aos maus instintos a simples
presença da Equidade e da Justiça no trono.
Ignorávamos isso na Monarquia.
Foi preciso que viesse a República, e que alijasse do trono a força
catalítica, para patentear-se bem claro o curioso fenômeno.
A mesma gente, o mesmo juiz, o mesmo político, o mesmo soldado,
o mesmo funcionário até 15 de novembro honesto, bem
intencionado, bravo e cumpridor dos deveres, percebendo, na
ausência do imperial freio, ordem de soltura, desaçamaram a
alcatéia (6) dos maus instintos mantidos em quarentena. Daí, o
contraste dia a dia mais frisante entre a vida nacional sob Pedro II e
a vida nacional sob qualquer das boas intenções quadrienais, que
se revezam na curul (7) republicana.
Pedro II era a luz do baile.
Muita harmonia, respeito às damas, polidez de maneiras, jóias de
arte sobre os consolos, dando ao conjunto uma impressão genérica
de apuradíssima cultura social.
Extingue-se a luz. As senhoras sentem-se logo apalpadas, trocamse
tabefes, ouvem-se palavreados de tarimba (8), desaparecem as
jóias…
Como, se era a mesma gente!
Sim, era a mesma gente. Mas gente em formação, com virtudes
cívicas e morais em início de cristalização.
Mais um século de luz acesa, mais um século de catálise (9)
imperial, e o processo cristalisatório se operaria completo. O
animal, domesticado de vez, dispensaria o açamo(10). Consolidarse-iam
os costumes; enfibrar-se-ia o caráter. E do mau material
humano com que nos formamos sairia, pela criação de uma
segunda natureza, um povo capaz de ombrear-se com os mais
apurados em cultura.
Para esta obra moderadora, organizadora, cristalizadora, ninguém
mais capaz do que Pedro II; nenhuma forma de governo melhor do
que sua monarquia.
Mas sobrevém, inopinada, a República.
Idealistas ininteligentes, emparceirados com a traição e a
inconsciência da força bruta, substabelecem-se numa procuração
falsa e destroem a obra de Pedro II “em nome da nação”.
A nação não reage, inibida pela surpresa, e também porque lhe
acenam logo com um programa de maravilhas, espécie de paraíso
na terra.
É sempre assim. Não variam com a longitude nem com a latitude os
processos psicológicos de assalto ao poder.
Aqui, assaltado o poder e conquistadas as posições, houve um
geral arrancar de máscaras: Enfim, sós.
O “Alagoas” levava a bordo a luz importuna, a luz que empatava. E
começou a revista de ano que há trinta anos diverte o país.
Que diverte, mas que envenena.
Que envenena e arruína.
O que havia de cristalização social dissolve-se; volta ao estado de
geléia.
Sucedem-se na cena os atores, gingam-se as mesmas atitudes,
murmuram-se as mesmas mensagens, reeditam-se eternas
promessas.
O povo, cansado e descrente, farto de uma palhaceira destituída da
mínima originalidade, cochila nas arquibancadas. Nem aplaude,
nem assobia; dorme e sonha, entre outras coisas, com o inopinado
surto em cena de um delegado de polícia louro e dez praças de
uniforme desconhecido, que ponham fim a pantomima.
Não intervém para realizar por mãos próprias o “basta”, porque se
sente tão gelatinoso como os atores. Nada o galvaniza, não o espanta
nenhum jangotismo de tony.
Abudistado, (11) assiste até o indecoroso matar-se em massa.
As cenas do ano 1900, desenroladas na capital da República,
durante a última epidemia, são “os noves fora nada” da obra do 15
de novembro. A máquina governamental, caríssima, não funciona
nos momentos de crise. Não é feita para funcionar, senão para
sugar com fúria acarina o corpo doente do animal empolgado.
De norte a sul o povo lamuria a sua desgraça e chora envergonhado
o que perdeu.
Tinha um rei. Tem sátrapas.
Tinha dinheiro. Tem dívidas.
Tinha justiça. Tem cambalachos de toga.
Tinha parlamento. Tem antessalas de fâmulos (12).
Tinha o respeito do estrangeiro. Tem irrisão e desprezo.
Tinha moralidade. Tem o impudor deslavado.
Tinha soberania. Tem cônsules estrangeiros assessorando
ministros.
Tinha estadistas. Tem pegas. (13)
Tinha vontade. Tem medo.
Tinha leis. Tem estado de sítio.
Tinha liberdade de impressa. Tem censura.
Tinha brio. Tem fome.
Tinha Pedro II. Tem… Não tem!
Era. Não é.
Numa época terrível para a vida universal, em que cada país procura
chefiar-se por intermédio dos homens de suprema energia, Wilson,
Loyd George, Clemenceau, Ebert, o Brasil apalpa pescoço e não
sente cabeça. Chegou a maravilha teratológica (14) duma acefalia
inédita.
Anos atrás foi apresentado à Câmara dos Deputados um projeto de
lei mandando trasladar os restos de Pedro II para a terra natal. A
consciência desse ramo do Legislativo, num assomo de
revivescência, votou, em apoteose, a lei. Mauricio de Lacerda
definira, nesse dia, a política republicana, como feita de alcouces
(15) e corrilhos (16).
A Câmara desmentiu-o por cinco votos. Mas o Senado confirmoulhe
o asserto, por quase unanimidade. Não convinha à turba de
sarcorhamphus (17), pacificamente acomodada em torno da presa a
devorar – a Pátria – a transladação dos restos mortais. Quem sabe,
conservariam essas cinzas algo da misteriosa força que
caracterizou em vida Pedro II?
E viriam elas – agindo pela presença – perturbar a paz do festim?
“Nada, não perturbemos nossa digestão” – pensou o Senado. E o
projeto caiu.
O Brasil é uma nação a fazer. Ou refazer, já que destruíram os
alicerces da primeira tentativa séria. Cortado o fio da evolução
natural, baralhados os materiais, dispensados os operários
honestos e hábeis, hipotecadas as suas rendas, a política de hoje
vive de uma indústria nova: aluguel da consciência. Cada empresa
estrangeira aluga uma série. De uma, a mais poderosa de todas, é
sabido que chegou à perfeição de fichar (18) comercialmente o
preço de homens públicos.
“É a deliquescência (19) final, o esverdear”…este estado de coisas
é, entretanto, galvanizável. Bastaria repor na máquina a peça mestra
que tudo coordena, essa forca catalítica sem a qual nenhum povo
como o nosso, instável, em formação, produto dos mais díspares
elementos étnicos, conseguiu jamais alcançar as etapas sucessivas
da nacionalidade.
Um homem, uma continuidade de ação, um pulso – o bisneto de
Marco Aurélio ou Rosas.
A força mansa que norteia o evoluir ou a força violenta que arrasa,
desespera, e cria pela dor o instinto de defesa.
Tudo é preferível ao reino manhoso dos guzanos (20) de boca dupla
– uma que mente ao povo, outra que o rói até aos ossos.

Glossário

(1)Cúspide – ápice, cume.
(2)Peculatário – fraudador
(3)Defraldador (que incita ao pecado ou delito)
(4)Congenial – por índole
(5)Desaçamaram – soltaram (no contexto)
(6)Alcatéia – grupo de lobos
(7) Curul – Dizia-se de uma cadeira de marfim reservada outrora a
certos magistrados romanos. Alta hierarquia, poder
(8) Tarimba – cama dura de soldados. No contexto, subentende-se
linguagem usada entre soldados.
(9) A catálise é a mudança de velocidade de uma reação química
devido à adição de uma substância (catalisador). Subentende-se
educação do caráter nacional.
(10)freio, mordaça.
(11)Abudistado – deriva de budismo, ausência de ação.
(12)Servos
(13)Pegas – Prostitutas
(14)Deformado, monstruoso
(15)Prostíbulo
(16)Conciliábulo, conluio de intrigantes
(17)Urubus
(18)Fichar – fixar
(19)Dissolução
(20)Vermes


                                                               

 Creio que uma grande parte dos frequentadores das redes sociais e afins já se deu conta, pelo volume das informações disponíveis na internet, que a Proclamação da República foi a maior mentira que nos enfiaram goela abaixo, e que nada de bom se pode esperar dessa República S.A.
Cabe a você também, que à sua maneira é formador de opinião, ajudar a esclarecer o povo.
Dia 15 de novembro, não comemore nada, nem peça nada precipitadamente. Pense, pesquise mais um pouco, tire suas duvidas e saiba que  podemos, com a nossa força, restaurar o que foi interrompido por um golpe, o primeiro de uma sequência, desferido contra todos nós. 
A Monarquia é viável e é possível sim, restaura-la. Se você ainda tem esperança no Brasil, não perca mais tempo. Quanta água suja já rolou, e até agora só vemos embromação e mais do mesmo. Tudo escuro. Dia 15 de Novembro, vamos começar a acender a luz.
Abaixo a velha Ré-pública!

Paulo Dung
Brasil Israel


sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Nunca Mais!


NUNCA MAIS!                       Resultado de imagem para estrela amarela judeus


Homenagem a um velho amigo, e a um grande país. 

Lembrando que defendo Israel, não porque eu "ache" que Israel seja melhor do que os outros países, ou porque seja mais 'bonzinho". Defendo Israel, por uma questão de justiça e porque assim deve fazer todo homem ou mulher, criança, jovem ou velho, que teme a Deus e compreende o tempo que vive.
Paulo Dung

Não desisto, o Brasil não vai estar ao lado das nações que lutam contra Israel!

Shalom
Brasil Israel! 
Shalom

                                     
Parte 1 de 7



Em 485 A.C - quando conquistada pelos Babilônios - Israel era uma terra árida, onde os poucos camponeses que a habitavam davam duro para sobreviver. Esta era a terra que Deus havia prometido para Abraão, Isaac e Jacó, e aos seus descendentes, para sempre.

   "Toda a terra que você está vendo, darei a você Abraão e à sua descendência, para sempre." 
     - Gênesis 13:15 -

    "A terra não poderá ser vendida definitivamente, porque ela é minha".  - Levítico, 25:23 -


O povo que orgulhosamente habitava a Terra Prometida, foi dizimado, espalhado, e levado à Babilônia, onde passou setenta anos, conforme predito por Jeremias.

   "Toda esta terra se tornará uma ruína desolada e vocês estarão sujeitos ao rei da Babilônia durante setenta anos."  - Jeremias 25:11 -

Muitos Judeus haviam voltado à Jerusalém para reerguer o templo, mas o resto da cidade também estava em ruínas, seus muros derrubados e os portões queimados. Em meio à desolação, Deus inspirou o profeta Zacarias a proferir uma das profecias mais notáveis já registradas. Ela predizia o período bíblico conhecido como "Os últimos dias".

   "Farei de Jerusalém uma taça que embriague todos os povos ao seu redor."  - Zacarias 12:2,3 -

O cumprimento desta profecia, após o admirável renascimento de Israel em 1948, pode ser constatado pelo mundo todo.
Exatamente como predito na Bíblia, ao invés de Nova York, Berlim ou Moscou, a pequenina Jerusalém é o fardo mais pesado dos países do mundo.
O peso que ela tem é tal, que o conselho de Segurança das Nações Unidas dedicou até hoje mais de 1/3 de suas deliberações à Israel, que representa um milésimo da população mundial.

Jerusalém não seria o problema nº 1 das Nações Unidas se a nação de Israel fosse facilmente intimidada, mas os seus militares são os melhores do mundo.

   "Naqueles dias farei que os líderes de Judá sejam semelhantes à um braseiro...Eles consumirão todos os povos ao redor. O Senhor protegerá os que vivem em Jerusalém." - Zacarias 12:6,8 -

Exatamente como previsto,  Israel tem "consumido" quem o ataca, vencendo todas as guerras.
O anjo Gabriel revelou a Daniel que Jerusalém seria reconstruída e que após 483 anos viria o Messias e que seu próprio povo, o povo de Israel o rejeitaria e crucificaria, e que a cidade e o templo ficariam outra vez em ruínas. E foi assim que aconteceu.

   "Depois o ungido será morto, e já não haverá lugar para ele. A cidade e o lugar santo serão destruídos pelo governante do povo que virá." - Daniel 9:26 -

Jesus entrou em Jerusalém no dia exato da profecia. Foi aclamado como o messias e depois, rejeitado. Jesus mesmo profetizou:

   "Eu lhes garanto que não ficará aqui pedra sobre pedra. Serão todas derrubadas."  -Mateus 24:2 -
   "E serão levados prisioneiros para todas as nações."  - Lucas 21:24 -

No ano 70 D.C - exatamente como Cristo previu - os exércitos Romanos, sob o comando de Tito, saquearam Jerusalém, derrubaram o templo de Herodes, e não deixaram pedra sobre pedra. Mais de 1 milhão de Judeus foram mortos e o remanescente espalhado pelas nações.

   "Vocês serão desarraigados da Terra em que estão entrando para dela tomar posse. Então o Senhor os espalhará pelas nações de um lado ao outro da terra."  Deuteronômio 28:63,64 -

Os profetas de Israel também previram o antissemitismo que perseguiria os Judeus por toda parte.

   "Vocês serão motivo de horror e objeto de zombaria e de riso para todas as nações." - Deuteronômio 28:37    Jeremias 29:18 -

Espalhados entre as nações, os Judeus tem sido odiados, perseguidos e mortos como nenhum outro povo, enquanto a estéril terra de Israel permaneceu de luto.

Após sua visita em 1867, o escritor Mark Twain (pseudônimo usado por Samuel Lenghorn Clemens), escreveu:

   "Belém, a terra em que os anjos cantaram, não é habitada por criatura alguma. Toda a terra se recobre de pano de saco e cinzas, desolada e sem beleza." - Samuel Lenghorn Clemens -

Em outra de suas profecias admiráveis, Jesus declarou:

   "Jerusalém será pisada pelos gentios, até que o tempo deles se cumpram." - Lucas 21:24 -


Jerusalém foi disputada por todos os grandes povos da história. Babilônios a dominaram, depois os Medo-Persas. Alexandre o Grande tomou a terra prometida para os Gregos em 300 A.C - depois foram os Egípcios, seguidos pelos Assírios e então, os Romanos.

Invasores Islâmicos se apoderaram dela mas foram depostos nas cruzadas. Mais tarde os Mamelucos Islâmicos do Egito a tomaram, depois os Turcos Otomanos reinaram por 4 séculos, e ao longo desses séculos os Judeus ali viveram e sofreram.

O pleno cumprimento das profecias bíblicas sobre Israel, Jerusalém e os Judeus, é a prova incontestável da existência de Deus, e da veracidade bíblica.

Muitos pensam que as cruzadas católicas libertaram a terra santa para os Judeus quando, na verdade, massacraram os Judeus, e tomaram a terra para a igreja católica.
O Papa Urbano II, que organizou a primeira cruzada, desafiou seus seguidores a:

   "Seguirem a estrada para o Santo sepulcro tomando a terra daquela raça malvada, e sujeitando-a ao seu domínio." - Papa Urbano II -

Hordas de voluntários, ostentando a bandeira da cruz, MASSACRARAM os Judeus, a linhagem terrena de Cristo, por todo trajeto à Jerusalém.

O líder da Cruzada, Godofredo de Bouillon jurou que se vingaria pelo sangue de Cristo, matando até o último Judeu. Ao tomarem a cidade de Davi, seus homens perseguiram os Judeus até a sinagoga e atearam fogo, com todos dentro.

Os Papas subsequentes trataram os Judeus como leprosos, sem qualquer direito. Entre eles: Pio VII, Leão XII, Pio VIII e Gregório XVI.

A investida de Hitler contra os Judeus Alemães, antes da II guerra descortinou um antissemitismo fervilhante, que se estendeu por todo o mundo. Ao navio St Louis, abarrotado com 1.100 refugiados Judeus, foi negado o acesso a todos os portos das américas do Sul, Central e do Norte. 700 destes Judeus tinham vistos de imigração para os Estados Unidos, porém o presidente Roosevelt os mandou de volta para morrerem nos fornos de Hitler. Até mesmo a Suiça rejeitou os Judeus, devolvendo-os aos seus assassinos, e serviu como "banqueira" de Hitler guardando para os nazistas bilhões de dólares em ouro e dinheiro, roubados das vítimas Judias.

Ao final da II Guerra, a promessa de Deus de fazer seu povo retornar à Terra prometida, parecia mais absurdamente ilógica do que nunca. 6 milhões de Judeus perderam a vida no holocausto de Hitler, um fato que muitos continuam a negar, embora Adolf Eichmann tenha declarado, enquanto prisioneiro, que o massacre dos Judeus foi:

   "O maior de todos os crimes. A maior dança funesta da história da humanidade."

E o mais incrível é que após a guerra, centenas dos esqueléticos sobreviventes, libertados dos campos de extermínio, foram mortos em toda a Europa. Deus porém, não esqueçera de suas promessas... De 1945 a 1948, apesar de um cruel bloqueio naval Inglês, 10 navios antigos "contrabandearam" 70.000 sobreviventes do holocausto, para a Terra Prometida. Nas palavras de um dos sobreviventes:

   "Os velhos navios e a frota Britânica eram ameaças menores que a vida na Europa. Pela primeira vez em anos nós tínhamos um propósito, a criação de um estado Judeu." 

Milhões de Judeus tem retornado à Israel, oriundos de mais de cem países. A existência de Israel hoje é incontestavelmente, uma obra de Deus.

   "Vejam, eu os trarei da terra do norte e os reunirei dos confins da terra. Aquele que dispersou Israel, o reunirá." - Jeremias 31:8,10 -

Em novembro de 1947 as Nações Unidas adotaram a sua resolução nº 181. Ela dividia a "Terra Prometida", dando 18% aos Judeus e 82% aos Árabes e tornou Jerusalém uma cidade Internacional que, por insistência do Vaticano:

   "Nunca poderia ter o domínio Judeu." 

O mundo Árabe rejeitou esta resolução, e exigiu toda a terra. Até hoje, nenhum mapa Árabe admite a existência de Israel.

Em 14 de maio de 1948 Israel declarou sua independência e foi imediatamente invadido por 6 Nações Árabes... (continua)


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