Nunca Mais!

Quando a gente lê, não acredita, quando vê, fica assombrado. Hoje, numa Europa esfacelada e de joelhos, o antissemitismo está mais presente do que nunca. Parece que o pesadelo vai se tornar real, à reboque de um cristianismo anestesiado, convencido de que a Igreja é a substituta de Israel. Este é o resultado de anos de perseguição e doutrinação.
Nada diferente do que sempre foi.
Continuação
Parte 2 de 7
- Seus soldados eram várias vezes mais numerosos que os colonos Judeus e tinham superioridade indiscutível, em armas, tanques e aviões -
E assim tem acontecido em guerra após guerra, à medida em que seus inimigos tem tentado aniquilar Israel.
Os Muçulmanos tem como dever religioso a exterminação dos Judeus. Eles sonham com sua destruição e promovem festas para honrar os assassinos dos cidadãos Israelenses. O fundamentalismo Islâmico começa a varrer o nosso mundo. O próprio Maomé declarou:
"A última hora não virá antes que os Muçulmanos lutem com os Judeus, e os matem."
Mas, por que a imprensa chama os terroristas Muçulmanos de radicais e extremistas? Na verdade eles estão sendo apenas fiéis ao Islamismo. O Corão ordena:
"Não tomeis por confidentes (amigos) os Judeus, nem os Cristãos... Matai os idólatras (os não Muçulmanos) onde quer que os acheis... Capturai-os, acossai-os e espreitai-os."
Líderes Muçulmanos religiosos e políticos ameaçam os Judeus, como fazia Hitler, na TV, pelo rádio e alto-falantes, nas ruas e nas mesquitas. Quando bradam que:
"A batalha contra Israel será tal que Israel deixará de existir."; falam por todos.
O extermínio de Israel é transmitido aos Muçulmanos desde o aleitamento. Um ministro da educação da Síria escreveu:
"O ódio com que doutrinamos as mentes dos nossos filhos contra Israel, desde o parto, é sagrado".
Um livro texto de adolescentes Egípcios declara:
"Israel não viverá se os Árabes forem firmes no seu ódio."
E um livro de pré adolescentes diz:
"Os Árabes não desistem de trabalhar em prol do extermínio de Israel."
Não deixa de ser uma completa insanidade Israel tentar fazer acordos de paz com um inimigo como esse, mas a pressão mundial o obriga a isso.
Na guerra do Yom Kipur de 1973, milhares de tanques atravessaram simultaneamente o Sinai, oriundos do Egito e descendo O Golan, à partir da Síria, num ataque surpresa cuidadosamente orquestrado. As forças militares de Israel estavam todas de licença, celebrando a mais sagrada de suas festas religiosas, levando portanto três dias para que se mobilizassem. 300.000 Israelenses enfrentaram 1,2 milhões de Árabes, escapando por um fio da derrota. Israel sofreu pesadas baixas mas, em cumprimento da admirável profecia de Zacarias de que as tropas Judias seriam fogo que consumiria seus vizinhos,Israel expulsou os seus inimigos.
Em retaliação por ter se defendido, 61 Nações romperam Relações Diplomáticas com Israel, enquanto NENHUMA nação repreendeu os Árabes por seu ataque surpresa.
Este tenso e custoso estado de alerta de Israel tem sido manipulado de modo a acusa-lo de perpetrador de violência infundada contra vizinhos amantes da paz.
O antissemitismo é uma força motriz da mídia mundial, que é muito influenciada pelo dinheiro do petróleo. Não se veicula nenhuma crítica aos Árabes nas suas repetidas ameaças de extinguir Israel. Quando Israel deportou 400 terroristas do Hamas por terem matado e mutilado centenas de seus civis, foi criticado pela mídia internacional e censurado pelas Nações Unidas, mas quando o Kwait deportou 300.000 "Palestinos", em sua maioria civis inocentes, a mídia fez pouco caso e as Nações Unidas ignoraram o fato.
As Nações Unidas são flagrantemente pró-Árabes e contra Israel. As chamadas forças de paz das Nações Unidas no Líbano abrigaram terroristas da OLP, ofereceram suas instalações para treinamento, forneceram equipamento militar e auxiliaram as equipes de terroristas à caminho de atacarem Israel. Quando Israel se viu pressionado à ponto de invadir o sul do Líbano para expulsar a OLP, descobriu na área das Nações Unidas estoque suficiente de armamentos para sustentar uma invasão de 1 milhão de homens e, a maioria era de equipamento sofisticado e avançado demais para ser operado pela OLP, e era, obviamente, destinado à uma invasão Soviética.
A ONU já condenou Israel mais de 370 vezes por ter se defendido, porém NUNCA condenou os terroristas ou os seus agressores.
Dois anos após as Olimpíadas de Munique, em que a OLP assassinou onze atletas Israelenses, Arafat, seu líder na época, foi convidado a falar na Assembléia geral da ONU, e foi recebido como herói, embora clamasse pela "Extinção de Israel". O então secretário geral da ONU, Boutros-Boutros Gali declarou:
"Os Judeus devem abrir mão de sua condição de Nação, e do Estado de Israel, para serem assimilados como uma comunidade, no mundo Árabe".
O Domo da Rocha, no cume do monte Moriah, está situado no coração de Jerusalém. Esta edificação de 141.000 m², inspira paixões tão explosivas que pode ser o estopim para a 3ª Guerra Mundial à qualquer instante. Foi ali que Abraão, obedientemente, construiu um altar e colocou sobre ele o seu filho Isaac, disposto à oferece-lo como sacrifício à Deus, mas Deus impediu-o e providenciou um carneiro para substituir à Isaac. 900 anos mais tarde, há cerca de 3.000 anos, o Rei Davi comprou aquele terreno santo de Araúna, o Jebuseu, para poder ali edificar um altar ao seu Deus. E foi ali que Salomão construiu o primeiro templo. Do templo Judeu, destruído por duas vezes, não resta nada. Em seu lugar se ergue o Domo da Rocha, um imenso monumento ao Deus Islâmico da lua, o antissemita Allah.
Em 1967, quando o exército de Israel capturou o Leste de Jerusalém, e junto com ele o Monte do Templo, isto parecia contradizer a profecia de Cristo de que Jerusalém seria "pisada" pelos gentios até à sua vinda mas, incrivelmente, Israel imediatamente devolveu o Monte do Templo aos cuidados do Rei Hussein da Jordânia. Este, por sua vez, o confiou a Yasser Arafat e à sua OLP, em 1994.
Assim, o coração de Jerusalém, está nas mãos dos gentios, e as nações dos gentios de todo o mundo exigem o controle.
Uma das principais tensões do Oriente Médio, hoje em dia, é a chamada questão do povo Palestino. E começa com A OLP, que alegava representar os Palestinos, mas era na verdade, uma organização islâmica de terrorismo. Ela treinou as gangues de assassinos de Idi Amin Dada, que mataram 300.000 cristãos negros em Uganda.
Na verdade, a maioria das organizações terroristas, em todo o mundo, foi treinada pela OLP. Seu fundador, Yasser Arafat, cometeu seu primeiro assassinato aos vinte anos. Sob sua liderança a OLP se tornou a mais rica, a mais violenta e a mais sangrenta das organizações terroristas já conhecidas. Por exemplo, em 1970 a OLP tinha 55 bases na Jordânia, e seu terrorismo contínuo contra os civis Jordanianos era tão maligno, que o Rei Hussein a atacou, com suas tropas de beduínos e, após semanas de sangrentas batalhas, expulsou a OLP para o Líbano. Ali a OLP aniquilou, entre outras, três das mais importantes cidades Cristãs Libanesas. Na ocasião, a mídia fez vistas grossas ao seu reinado de terror no Líbano.
A imprensa internacional foi AMEAÇADA e se manteve em silêncio. Os que OUSARAM divulgar a verdade tiveram mortes brutais - Larry Burchmann e Sean Tulley da TV Abc, Mark Trian da rádio Belga Livre, Robert Pieffer da revista Der Speiggel - entre outros.
Cerca de 300.000 civis Libaneses foram mortos e mais de 100.000 jovens sobreviventes foram engravidadas por estupros coletivos dos guerrilheiros da OLP, antes que Israel os expulsasse. Porém, ao contrário do que seria o lógico, Israel foi CENSURADO e, Por incrível que pareça, Arafat e seus assassinos da OLP foram eximidos e celebrizados pela mídia mundial.
Esse criminoso, impiedoso e sádico, recebeu um prêmio Nobel da Paz e foi honrado como um "campeão" da justiça em prol do oprimido povo Palestino. Palestinos?
Nunca houve Palestinos, seja povo, Nação, Língua, Cultura, Religião ou Economia. As alegações de serem descendentes de um povo Palestino que, supostamente, habitou uma terra chamada Palestina por milhares de anos, não passa de uma mentira intencional. Porém, uma história revisada, que oculta a verdade, é promovida nas melhores enciclopédias e livros, incluindo publicações Cristãs. Aqueles que hoje se denominam Palestinos são Árabes, por berço, língua, religião Islâmica e cultura. A origem do termo provêm dos Filisteus, os arqui inimigos do antigo Israel.
Em 130 D.C - os Romanos reconstruíram Jerusalém como uma cidade pagã, tendo um templo para Júpiter, no lugar do templo Judeu. Provocados á rebelião, 500.000 Judeus foram mortos e milhares escravizados. Os Romanos, irados, renomearam a terra de Israel, batizando-a com o nome de "Syria Palestina", assim surgiu o termo Palestina. Dali em diante, os JUDEUS que ali viviam foram chamados de Palestinos. Na II Guerra, o Exército Britânico tinha uma brigada "Palestina", composta por voluntários Judeus. A orquestra sinfônica da "Palestina" era composta de músicos Judeus, assim como o "Palestinian Post" era um jornal de Judeus.
Em 1948 Árabes fugidos de Israel começaram a alegar que eles eram os verdadeiros Palestinos, e que a terra de Israel sempre lhes pertencera e, desde então, a mídia promove essa mentira mas, a verdade é que em 1948 os Árabes ocupavam meros 3% da "Palestina", enquanto que a posse de Israel data de 4.000 anos, desde quando Abraão adquiriu a capela Macpela em Hebrom. Ali Abraão sepultou sua esposa Sara, e ali estão enterrados o próprio Abraão, seu filho Isaac, seu neto Jacó e sua esposa Lia. Em Hebrom Davi foi coroado Rei. É um lugar sagrado para os Judeus e não tem nada à ver com os Árabes ou com o Islã. Ainda assim os Muçulmanos e o mundo ignoram a presença contínua dos Judeus por 3.000 anos, e estão dispostos a expulsar todos os residentes Judeus.
Há quase 70 anos o mundo convive com o problema dos, autodenominados, refugiados Palestinos da Guerra pela Independência em 1948. Em mais uma mentira típica, a mídia mundial acusa os Judeus de, impiedosamente, desalojarem a população "nativa". Quando na verdade foi o alto comando Árabe que os instrui, por rádio, a deixar rapidamente a Palestina enquanto eles massacrariam os Judeus. Uns 350.000 fugiram. Muitos ficaram. Os que ficaram, hoje, são cidadãos Israelenses e, atualmente, compõe uns 20% do eleitorado de Israel.
Apesar dos bilhões de dólares em jazidas de petróleo, e uma área terrestre 700 vezes maior que a de Israel, as nações árabes se recusam a aceitar quaisquer refugiados de 1948. Somando milhões, devido à sua alta taxa de natalidade, hoje eles vivem vergonhosamente em Gaza, Jordânia, Líbano, Síria e na "Margem Ocidental". Esses infelizes são mantidos assim, para que seu infortúnio seja exibido ao mundo como propaganda.
Por outro lado, o recém formado Estado de Israel, cuja população somava 600.000 habitantes, absorveu rapidamente 820.000 refugiados Judeus que fugiam das terras árabes, onde por 13 séculos, desde o advento do islamismo, eram sujeitados a surras e cusparadas, nas ruas e nos mercados,
inumeráveis foram brutalizados e mortos pelos muçulmanos, em surtos imprevisíveis de violência, e tiveram suas posses confiscadas.
O renascer do Estado de Israel lhes proporcionou um refúgio acolhedor para o qual fugiram.
A Jordânia anexou o território Palestino designado pela ONU, expulsou todos os Judeus, destruiu todas as sinagogas Judaicas e renomeou de "Margem Ocidental", as terras conhecidas como Judeia e Samaria, desde os tempos bíblicos. (Continua)