A Síria, Iraque, e o resto do Mundo, estão vivendo um novo Nazismo, uma nova Guerra Mundial. E não é “apenas” de assassinatos em massa de inocentes que se trata. Entre outras monstruosidades que raramente chegam à Imprensa (como os abatedouros e o canibalismo de cristãos, bem como as escravas sexuais) o EI está capturando crianças cristãs, yazidis e xiitas, e retirando seus órgãos - enquanto estas ainda estão vivas.
Os órgãos são enviados para a Arábia Saudita e para a Turquia. Esta prática serve para financiar o Califado Global, ou Estado Islâmico.
Os relatos já vinham de há algum tempo, mas não se tinha certeza da sua veracidade. Dos matadouros e do canibalismo de cristãos, ou dos leilões de meninas “infiéis” a partir de 1 ano de idade para escravatura sexual, também só se deu credibilidade quando chegaram vídeos, testemunhos fiáveis e quando os casos passaram pelo crivo de analistas sérios e conhecedores dos meandros do Islã, como o ex-terrorista - agora ativista cristão - Walid Shoebat.
Os órgãos são colhidos não apenas de soldados iraquianos e sírios caídos em combate, mas também de reféns VIVOS, de preferência crianças. Os jovens cristãos, assim como os jovens yazidis e muçulmanos xiitas, estão sendo capturados para esta prática diabólica.
O otorrinolaringologista Dr. Siruwan al-Mosuli, pessoa idónea e respeitada, confirma:
“Temos notado ultimamente um movimento fora do habitual nas instalações médicas de Mosul. Cirurgiões árabes e estrangeiros têm sido contratados, mas estão proibidos de se misturarem com os médicos locais. Temos informações de que estão traficando órgãos. As cirurgias têm lugar no hospital e os órgãos são imediatamente transportados através de redes especializadas no contrabando de órgãos humanos.
Os órgãos são colhidos de combatentes mortos, que são rapidamente levados para o hospital de combate. A venda destes órgãos rende elevadas somas ao Estado Islâmico.
Há uma máfia especializada que está envolvida nestas operações, em ligação estreita com instituições médicas nos países que compram os órgãos. De outra forma, o tráfico não seria tão rentável.
De acordo com o Office of the High Commissioner for Human Rights (OHCHR) o Estado Islâmico vende corpos completos, e órgãos de pessoas feridas que captura.”
O Times of London expôs a rede de tráfico, montada pelo Estado Islâmico e com base em Mosul, onde mulheres e crianças cristãs, yazidis e de outras minorias étnicas e religiosas, são vendidas e compradas como se fossem gado. Shoebat revelou também a existência de uma rede idêntica no Kosovo, onde muçulmanos raptam homens, mulheres e crianças sérvias, e vendem os respectivos órgãos para a Turquia e para a Arábia Saudita, os mesmos países para onde o EI trafica.
Os órgãos são enviados para a Arábia Saudita e para a Turquia. Esta prática serve para financiar o Califado Global, ou Estado Islâmico.
Os relatos já vinham de há algum tempo, mas não se tinha certeza da sua veracidade. Dos matadouros e do canibalismo de cristãos, ou dos leilões de meninas “infiéis” a partir de 1 ano de idade para escravatura sexual, também só se deu credibilidade quando chegaram vídeos, testemunhos fiáveis e quando os casos passaram pelo crivo de analistas sérios e conhecedores dos meandros do Islã, como o ex-terrorista - agora ativista cristão - Walid Shoebat.
Os órgãos são colhidos não apenas de soldados iraquianos e sírios caídos em combate, mas também de reféns VIVOS, de preferência crianças. Os jovens cristãos, assim como os jovens yazidis e muçulmanos xiitas, estão sendo capturados para esta prática diabólica.
O otorrinolaringologista Dr. Siruwan al-Mosuli, pessoa idónea e respeitada, confirma:
“Temos notado ultimamente um movimento fora do habitual nas instalações médicas de Mosul. Cirurgiões árabes e estrangeiros têm sido contratados, mas estão proibidos de se misturarem com os médicos locais. Temos informações de que estão traficando órgãos. As cirurgias têm lugar no hospital e os órgãos são imediatamente transportados através de redes especializadas no contrabando de órgãos humanos.
Os órgãos são colhidos de combatentes mortos, que são rapidamente levados para o hospital de combate. A venda destes órgãos rende elevadas somas ao Estado Islâmico.
Há uma máfia especializada que está envolvida nestas operações, em ligação estreita com instituições médicas nos países que compram os órgãos. De outra forma, o tráfico não seria tão rentável.
De acordo com o Office of the High Commissioner for Human Rights (OHCHR) o Estado Islâmico vende corpos completos, e órgãos de pessoas feridas que captura.”
O Times of London expôs a rede de tráfico, montada pelo Estado Islâmico e com base em Mosul, onde mulheres e crianças cristãs, yazidis e de outras minorias étnicas e religiosas, são vendidas e compradas como se fossem gado. Shoebat revelou também a existência de uma rede idêntica no Kosovo, onde muçulmanos raptam homens, mulheres e crianças sérvias, e vendem os respectivos órgãos para a Turquia e para a Arábia Saudita, os mesmos países para onde o EI trafica.
Coincidência não?
Paulo Dung
Brasil #Israel
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