Senhoras e Senhores:

Senhor Arafat, presidente do conselho executivo da Organização para a Libertação da Palestina,
Sua excelência, Ytzhak Rabin, Primeiro Ministro de Israel,
O Presidente dos Estados Unidos…
Quem não se lembra dessa farsa?
Convém não esquecer as palavras do Sr. Arafat, após assinar o acordo acima:

“Nosso conflito com o inimigo “sionista” não surge em função da demarcação de suas fronteiras, mas sim da própria existência de Israel. Em nome de Allah, eu não considero esse acordo mais do que o assinado entre o nosso profeta Maomé e a tribo Kuraish. A paz para nós implica… na destruição de Israel.”
Até o maior ignorante do Mundo percebe que o conflito NÃO É SOBRE TERRITÓRIO!
Quando a sua independência foi restaurada, em 1948, Israel abriu mão de 88% do seu território. A “Palestina” (ou como quiserem chamar-lhe) já existe: É A JORDÂNIA!
Nos últimos 15 anos, Israel tem oferecido repetidamente aos Palestinos, a independência de quase toda a Judeia e Samaria, uma parte de Jerusalém e Gaza. O que sucedeu em Gaza é significativo: Israel ofereceu esse território aos Árabes, em 2006. Em menos de 24 horas os árabes arrasaram tudo o que Israel lá deixou e que os tornaria uma Malásia do Oriente Médio, um Estado próspero e sempre com a companhia de Israel, uma potência global em cérebros. Em vez disso, os habitantes de Gaza elegeram os terroristas do Hamas e dedicam-se, desde então, a bombardear Israel e a assassinar os seus cidadãos, ao mesmo tempo que vivem da “caridade” do Mundo - os líderes na opulência e o povo na miséria.
Vale a pena também mostrar até onde Israel é capaz de ir em busca da Paz. Entre 1967 e 2011 Israel ofereceu mais de 2/3 do seu território em troca de Paz.
Os “palestinos” não estão interessados ​​numa solução de dois Estados. Há anos afirmam repetidamente que só a extinção de Israel e a erradicação dos judeus da face da Terra os satisfará.,
Abu Mazen o, supostamente moderado, terrorista que planejou o atentado à delegação Israelense nas olimpíadas de Munique, mais conhecido como Mahmoud Abbas (que ainda esta semana incitou a mais violência, dizendo que os israelitas estão poluindo os lugares sagrados de Jerusalém com os seus “pés sujos judeus”) endossa o seu predecessor, o assassino Yasser Arafat, afirmando que não irá jamais ceder, nem mesmo reconhecer Israel como Estado judeu, não importa onde as suas fronteiras sejam traçadas.
A resposta “palestina” às ofertas de paz de Israel tem sido sempre a mesma: NÃO!

Forte abraço

Amigo de #Israel