sábado, 30 de janeiro de 2016

Palestina x Austrália

Em 1939, a Palestina enfrentou a Austrália e... todos os seus jogadores eram Judeus!



Palestina (camisa mais clara) x Austrália, em Sydney, 8 de julho de 1939. Reprodução. No destaque, o capitão Avraham Reznik

Muitos fatos sobre o conflito Israel-palestina não aparecem nos livros de história. Outros tantos são usados como forma de desinformação. O que temos aqui se encaixa nos dois casos.
Em 1939, a seleção da Palestina fez uma excursão de cinco meses à Austrália, que teve grande repercussão na mídia local. Na internet, temos acesso a fotos, reportagens, um vídeo de ótima qualidade de um dos jogos, e também páginas e mais páginas palestinas que usam este vídeo como “prova” de que existiu um Estado palestino. Vejamos.
Como aponta Richard Henshaw, em “The Encyclopedia of World Soccer”, o futebol foi introduzido na Palestina pelos militares britânicos durante a ocupação do território na Primeira Guerra Mundial. Depois da guerra, o desenvolvimento do esporte foi continuado por "judeus europeus que haviam conhecido o futebol em seus países de origem". Os árabes palestinos, especificamente os de crença islâmica, se abstiveram de participar nesta face inicial, devido à sua resistência a "instituições culturais ocidentais".
A Eretz Israel Football Association foi fundada em agosto de 1928 e aceita pela FIFA em 6 de junho de 1929. Portanto, judeus representavam a Palestina. Você viu algo a respeito em seu livro de história?
Em 1939, a seleção palestina fez uma excursão de cinco meses à Austrália. Foram 19 jogos, entre junho e agosto de 1939. Cinco deles contra a seleção da Austrália, o restante contra clubes locais. As viagens de navio (ida e volta) tomaram dois meses. A viagem de volta teve escalas alteradas, devido ao início da Segunda Guerra Mundial. Três jogadores ficaram na Austrália para se alistar no Exército. Dois deles morreram em combate contra os japoneses na Nova Guiné.
Segundo Henshaw, nos jogos internacionais da seleção palestina, três hinos eram tocados: o britânico, o judaico (e futuro de Israel) "Hatikvah" e o da equipe adversária.
A escalação da seleção palestina não deixa dúvidas: Sidi, Reznik (capitão) e Beth-Halevy, Lieberman, Fuchs e Menahem, Shulamson, Werner, Neufeld, Machlis e Ginsburg. Uma linha para judeu nenhum botar defeito (nossa suposição é que eles atuavam no 2-3-5, como a seleção da Itália, campeã da Copa de 1938). E não podemos esquecer: em várias partidas, Alembik entrou no lugar de Shulamson - provável opção tática do treinador palestino, Egon Pollak.
Note-se que as manchetes da mídia australiana traziam fotos dos palestinos com a Magen David na camisa (veja logo abaixo), o que deixa claro que os judeus palestinos de 1939 também eram parte do povo palestino. Afinal, em 1939 (e nos 1.904 anos anteriores) o termo Palestina referia-se à região cujo nome havia sido imposto pelo imperador romano Adriano à então província da Judeia, no ano 135 da Era Comum. Palestina sempre foi o nome de uma região geográfica, assim como Sibéria e Patagônia. A própria Partilha da Palestina pela ONU, em 1947, decidiu pela criação de um Estado judeu e um Estado árabe – e não palestino. Pois se o território da Palestina seria partilhado, os dois Estados advindos desta Partilha seriam obrigatoriamente palestinos, o árabe e o judeu. Fato: o Estado judeu palestino é Israel; os árabes não aceitaram a Partilha e, nas muitas guerras que se seguiram após a fundação de Israel, mostraram que estavam mais preocupados em destruí-lo do que em construir o seu Estado.
 
Palestinos entram em campo para o segundo match contra a Austrália, realizado em 15 de julho de 1939, no Exhibition Ground, em Brisbane. A Austrália venceu por 2 a 1; Neufeld fez o gol palestino. Em destaque, além da Magen David, o goleiro Sidi. 
Foto: ozfootball.
Mas é o filme da British Pathé, produtora britânica criada em 1910, que merece atenção especial. Entre seus pontos altos, o cumprimento dos capitães (foto no topo da página), o entusiasmo do locutor ao constatar que “os palestinos atacam de forma brilhante” [0:40 min], sabendo que eles são judeus...
Faltou às páginas e mais páginas palestinas darem um pause no [0:03 min] para saber quem representava o ”Estado palestino”, cuja “existência” em 1939 o vídeo “prova”. O fato: esta é uma seleção do Mandato da Palestina sob administração britânica, com jogadores judeus, quase todos do Maccabi Tel Aviv. 
ASSISTA a trechos do primeiro dos cinco jogos Palestina vs. Austrália, em 8 de julho de 1939 no Sydney Cricket Ground, para um público de 14.896 amantes do bom futebol, que viram a Austrália vencer por 7 a 5 (o vídeo mostra o fatídico sétimo gol). Mas nem tudo é tristeza: em 22 de julho, no mesmo estádio, a Palestina venceu por 2 a 1, gols de Ginsberg e Neufeld (sempre ele), perante 6.975 incrédulos australianos. 
Por fim, numa licença poético-histórica, pode-se conjecturar que os judeus desta seleção não foram boicotados, porque eram... palestinos!
Para a posteridade: seleção palestina em foto de 10 de julho de 1939, com sua Magen David. O último à direita, em pé, é Egon Pollak. Na outra ponta, o manager G. Arazi. O capitão Reznik é o segundo à esquerda, na fila do meio. O goleiro é o Sidi, no primeiro plano à esquerda. 
Foto:ozfootball.

Fonte: CONIB (Confederação Israelita do Brasil)
Shalom Israel
Shalom Palestina
Paulo Dung

sábado, 16 de janeiro de 2016

Nunca Mais - parte III



       Já que Jerusalém sempre foi a capital de Israel e seus reis, e  hoje sedia seu parlamento, por que será então que as embaixadas estrangeiras se situam em outros pontos?
Diante de um  mundo cada vez mais anti sionista e anti semita, não custa lembrar aos de boa vontade que, além dos esquerdopatas...

"Os maiores inimigos de Israel são o islã e o catolicismo romano."Resultado de imagem para mesquita árabe e vaticano


Pois não é que, segundo o vaticano, a presença de Israel no lado Oriental de Jerusalém constitui uma ocupação ilegal?

Resultado de imagem para jerusalém


Alguns fatos:

Em março de 1999 Israel foi advertido pela união europeia de que esta não reconhecia sua soberania sobre Jerusalém.
Numa bula papal do jubileu de 2.000, o papa João Paulo II rejeitou, novamente, a soberania Israelense sobre Jerusalém.
Em Fevereiro de 2.000 o vaticano assinou um acordo com a OLP, no qual pedia garantias internacionais de que Jerusalém fosse mantida sob controle internacional.
O papa atual, Francisco, continua propondo a divisão de Jerusalém, como se desconhecesse as passagens bíblicas em que Deus diz o peso que Sua cidade terá sobre aqueles que fizerem isto. O que é totalmente imperdoável para aquele que se diz o "representante de Deus."

João Paulo II recebia, CALOROSAMENTE, o facínora Yasser Arafat, até mesmo quando este estava no auge de sua carreira como um dos assassinos e criminosos mais notórios do mundo.

É claro que João Paulo II condenava, piamente, o antissemitismo, como lhe cabia fazer. Porém, ele se limitava a desculpar-se por atos cometidos por "filhos e filhas" da igreja, e ele nunca, jamais, admitiu que os Judeus e Cristãos martirizados na Inquisição, o foram por política oficial da igreja católica e seus papas.

Roma insiste, até em nossos dias, que os Católicos, e não os Judeus, são o povo escolhido de Deus. Por exemplo, em 1928 um decreto do vaticano se referia aos Judeus como o povo, anteriormente, escolhido por Deus.

Em 1965, o II Concílio do Vaticano declarou:
  "A Igreja Católica constitui o novo povo de Deus,"

A roma católica se denomina "a cidade santa", "a cidade eterna", "a cidade de Deus"; títulos que Deus deu a... JERUSALÉM!!!
O interessante é que, ao invés de repreender Arafat por sua paixão em aniquilar Israel, e por suas crenças islâmicas anticristãs, o papa aceitou seu convite para estar com ele em Jerusalém e a celebrar quem Arafat chamou de "o nosso Jesus". Nosso Jesus???
Segundo Arafat, Jesus foi um Palestino que lutava contra Israel por sua, liberdade!!! E o papa apenas sorriu e o abençoou.

Os Judeus culpam a Cristo e aos Cristãos pelo antissemitismo do catolicismo romano, mas o catolicismo, com seu falso evangelho de obras, sacramentos, purgatório e indulgências, não representa o Cristianismo bíblico. Nenhum Cristão verdadeiro pode ser um antissemita. Jesus foi um Judeu! Inclusive a igreja católica matou muito mais Cristãos bíblicos do que matou Judeus.
O papa Inocêncio III massacrou por completo a cidade de Béziers na França.
Morreram cerca de 60.000 Cristãos Albigenses e, segundo o papa, foi o auge do seu papado!
Os exércitos dos papas levaram 1 século para exterminar os Albigenses, e o mesmo destino foi imposto aos Valdenses e aos Huguenotes, entre outros.
No massacre de São Bartolomeu, foram chacinados 70.000 Huguenotes. Mais de 200.000 foram mortos depois, e 500.000 fugiram da França para salvar a vida.
E como estes, há muitos e muitos outros exemplos.

Hitler não assassinaria 6.000.000 de Judeus, se os séculos do antissemitismo romano não tivessem preparado o caminho. Em 26 de abril de 1933, Hitler relembrou aos representantes do vaticano que por quinze séculos Roma considerara os Judeus "parasitas a serem exterminados", e que ele simplesmente lhes oferecia uma solução final para o "problema dos Judeus."

Antes de se tornar o papa Pio XII, o cardeal Eugene Pacceli, núncio papal na Alemanha, entregou dinheiro do vaticano à Hitler, para ajuda-lo a formar o Partido Nazista. Ao se tornar papa, Pacceli enviou uma mensagem de apoio ao Fuhrer:

 Ao Ilustre Herr Adolf Hitler, Fuhrer e chanceler do governo Alemão:

"É com grande prazer que recordamos os muitos anos passados na Alemanha como núncio apostólico, ocasião em que fizemos de tudo para estabelecer relações harmoniosas entre a igreja e o estado. Agora, suplicamos ainda mais fervorosamente alcançar este alvo."

Em 1939, os abusos de Hitler, bem como suas intenções para com os Judeus, já eram conhecidos de todo o mundo. Foi em Janeiro daquele ano que Hitler declarou que: "A guerra resultaria no extermínio da raça Judaica," Após quatro anos, em 22 de junho de 1943, enquanto a fumaça dos Judeus incinerados pairava sobre a Europa, o papa Pio XII, em contraposição à promessa de Deus, escreveu ao presidente Roosevelt, tentando dissuadi-lo de tornar a "palestina" em terra Judia:

"Não existe precedente histórico para justificar o regresso de um povo a uma terra deixada dezenove séculos atrás. Se os Hebreus desejam um lar, não seria muito difícil encontrar um território que lhes sirva melhor que a Palestina. Com o aumento da população Judaica naquela região, graves novos problemas surgiriam."

Sem precedentes históricos? E as promessas de Deus?

Pio XII nunca condenou o holocausto em público, tampouco buscou dissuadir Hitler de seu intento de aniquilar os Judeus. Porém se manifestou, de forma enfática, contra o regresso do povo Judeu à  terra de Israel, a mesma que Deus lhes dera como herança eterna. Não seria mais coerente o "representante de Deus" concordar com Ele? 

Do mesmo modo Pio X declarou em 1904: 

"Não podemos reconhecer os Judeus como povo!"


Em 1919, o cardeal Pietro Gaspari, secretário de estado do vaticano escreveu: 

"O perigo que mais nos amedronta é o da criação de um estado Judaico na palestina."



                E quanto ao Islã? Essa religião de violência tem sempre forçado à conversões pela espada. Após a morte de Maomé, a maioria dos árabes abandonou o islã, dando origem às famosas "guerras da apostasia". Abu Bakr, o primeiro califa a suceder maomé, matou dezenas de milhares de ex muçulmanos, buscando reimplantar o islã. Até o início do século VIII, os ferozes guerreiros do islã haviam tomado a maior parte do Oriente Médio, muito da África e quase conquistaram toda a Europa. A violenta natureza do Islã é vista ainda hoje nas multidões bradando; "allah é grande", e infligindo terror e morte sobre os não muçulmanos. 

O islã está por trás da maior parte do terrorismo no mundo. Hoje em dia, multidões muçulmanas, periodicamente, massacram milhares de cristãos, queimando e saqueando as suas terras. 
No sul do Sudão, milhões de Cristãos foram privados de alimentos, escravizados e mortos pelo governo do norte.

É verdade que os Judeus foram mortos durante as cruzadas, mas isto foi contra os ensinamentos de Cristo e seus exemplos. Já os terroristas muçulmanos matam, em obediência ao seu deus allah, ao corão, e ao ensino e exemplo de maomé.
Qualquer estudioso sério concordará ser o dever sagrado de todo muçulmano, de todas as eras, praticar guerra santa o tanto quanto for possível, para forçar o mundo inteiro à submissão ao islã.
O corão contém mais de cem versículos sobre lutar e matar neste propósito. 

Apesar de tudo a mídia insiste em chamar o islão de religião pacífica.
Muitos políticos  e "líderes religiosos" em destaque, no ocidente, tem elogiado o islã e seus caminhos pacíficos.   
                 ESTA VISÃO ROMÂNTICA DO ISLÃ SÓ ENCORAJA O TERRORISMO!


Os muçulmanos tem, continuamente, se torturado, combatido e matado. Nos oito anos de guerra entre o Irã e o Iraque, foram usados milhares de toneladas de gás venenoso e as mortes somaram mais do que as da primeira guerra mundial. Nos territórios da OLP, tomados de Israel, não há liberdade de consciência, de expressão, de religião ou de imprensa, nem voto democrático. Isto caracteriza todos os países  islâmicos
Na Arábia Saudita, berço do islamismo, não se admitem Judeus. Cidadania é privilégio muçulmano. É vedada a construção de templos que não sejam islâmicos e, segundo a lei universal do islamismo, a pena de morte é oficial, e é destinada ao muçulmano que se converta a qualquer outra religião. Não se pode carregar uma bíblia nas ruas da Arábia Saudita ou realizar estudo bíblico em seu próprio lar. No entanto, o islamismo é a religião que mais cresce no ocidente. Na Inglaterra congrega-se mais em mesquitas do que em templos cristãos. Da mesma forma, muitas mesquitas nos Estados Unidos tem contato com bases secretas de terrorismo, para que a jihad faça da América um país islâmico.


QUANDO O OCIDENTE RECONHECER QUE O ISLÃ É ANTI CRISTÃO, DEMONÍACO, ASSASSINO E EXPANSIONISTA...
 E O MUÇULMANO QUE DESPREZA O TERRORISMO PERCEBER ESTAR SEGUINDO NÃO UMA RELIGIÃO, MAS UMA IDEOLOGIA DEMONÍACA, ASSASSINA E EXPANSIONISTA; LEMBRE-SE O PRIMEIRO, E O SEGUNDO RECONHEÇA: 
O DEUS DE ISRAEL É O CRIADOR, PORTANTO PAI, DE TODOS OS HOMENS. 
 QUAL  FILHO  NÃO QUER CONHECER  SEU PAI?
ORE, LEIA A BÍBLIA! VOCÊ PODE SER VISITADO AGORA MESMO PELO ESPÍRITO SANTO, SE DE TODO O TEU CORAÇÃO DESEJAR CONHECER QUAL A VONTADE DO PAI
 DEUS TE ABENÇOE!


Continua...

Shalom
Brasil
Israel
Jerusalém
Portugal
Paulo Dung