Já que Jerusalém sempre foi a capital de Israel e seus reis, e hoje sedia seu parlamento, por que será então que as embaixadas estrangeiras se situam em outros pontos?
Diante de um mundo cada vez mais anti sionista e anti semita, não custa lembrar aos de boa vontade que, além dos esquerdopatas...
"Os maiores inimigos de Israel são o islã e o catolicismo romano."
Pois não é que, segundo o vaticano, a presença de Israel no lado Oriental de Jerusalém constitui uma ocupação ilegal?
Alguns fatos:
Em março de 1999 Israel foi advertido pela união europeia de que esta não reconhecia sua soberania sobre Jerusalém.
Numa bula papal do jubileu de 2.000, o papa João Paulo II rejeitou, novamente, a soberania Israelense sobre Jerusalém.
Em Fevereiro de 2.000 o vaticano assinou um acordo com a OLP, no qual pedia garantias internacionais de que Jerusalém fosse mantida sob controle internacional.
O papa atual, Francisco, continua propondo a divisão de Jerusalém, como se desconhecesse as passagens bíblicas em que Deus diz o peso que Sua cidade terá sobre aqueles que fizerem isto. O que é totalmente imperdoável para aquele que se diz o "representante de Deus."
João Paulo II recebia, CALOROSAMENTE, o facínora Yasser Arafat, até mesmo quando este estava no auge de sua carreira como um dos assassinos e criminosos mais notórios do mundo.
É claro que João Paulo II condenava, piamente, o antissemitismo, como lhe cabia fazer. Porém, ele se limitava a desculpar-se por atos cometidos por "filhos e filhas" da igreja, e ele nunca, jamais, admitiu que os Judeus e Cristãos martirizados na Inquisição, o foram por política oficial da igreja católica e seus papas.
Roma insiste, até em nossos dias, que os Católicos, e não os Judeus, são o povo escolhido de Deus. Por exemplo, em 1928 um decreto do vaticano se referia aos Judeus como o povo, anteriormente, escolhido por Deus.
Em 1965, o II Concílio do Vaticano declarou:
"A Igreja Católica constitui o novo povo de Deus,"
"A Igreja Católica constitui o novo povo de Deus,"
A roma católica se denomina "a cidade santa", "a cidade eterna", "a cidade de Deus"; títulos que Deus deu a... JERUSALÉM!!!
O interessante é que, ao invés de repreender Arafat por sua paixão em aniquilar Israel, e por suas crenças islâmicas anticristãs, o papa aceitou seu convite para estar com ele em Jerusalém e a celebrar quem Arafat chamou de "o nosso Jesus". Nosso Jesus???Segundo Arafat, Jesus foi um Palestino que lutava contra Israel por sua, liberdade!!! E o papa apenas sorriu e o abençoou.
Os Judeus culpam a Cristo e aos Cristãos pelo antissemitismo do catolicismo romano, mas o catolicismo, com seu falso evangelho de obras, sacramentos, purgatório e indulgências, não representa o Cristianismo bíblico. Nenhum Cristão verdadeiro pode ser um antissemita. Jesus foi um Judeu! Inclusive a igreja católica matou muito mais Cristãos bíblicos do que matou Judeus.
O papa Inocêncio III massacrou por completo a cidade de Béziers na França.
Morreram cerca de 60.000 Cristãos Albigenses e, segundo o papa, foi o auge do seu papado!
Os exércitos dos papas levaram 1 século para exterminar os Albigenses, e o mesmo destino foi imposto aos Valdenses e aos Huguenotes, entre outros.
No massacre de São Bartolomeu, foram chacinados 70.000 Huguenotes. Mais de 200.000 foram mortos depois, e 500.000 fugiram da França para salvar a vida.
E como estes, há muitos e muitos outros exemplos.
Hitler não assassinaria 6.000.000 de Judeus, se os séculos do antissemitismo romano não tivessem preparado o caminho. Em 26 de abril de 1933, Hitler relembrou aos representantes do vaticano que por quinze séculos Roma considerara os Judeus "parasitas a serem exterminados", e que ele simplesmente lhes oferecia uma solução final para o "problema dos Judeus."
Antes de se tornar o papa Pio XII, o cardeal Eugene Pacceli, núncio papal na Alemanha, entregou dinheiro do vaticano à Hitler, para ajuda-lo a formar o Partido Nazista. Ao se tornar papa, Pacceli enviou uma mensagem de apoio ao Fuhrer:
Ao Ilustre Herr Adolf Hitler, Fuhrer e chanceler do governo Alemão:
"É com grande prazer que recordamos os muitos anos passados na Alemanha como núncio apostólico, ocasião em que fizemos de tudo para estabelecer relações harmoniosas entre a igreja e o estado. Agora, suplicamos ainda mais fervorosamente alcançar este alvo."
Em 1939, os abusos de Hitler, bem como suas intenções para com os Judeus, já eram conhecidos de todo o mundo. Foi em Janeiro daquele ano que Hitler declarou que: "A guerra resultaria no extermínio da raça Judaica," Após quatro anos, em 22 de junho de 1943, enquanto a fumaça dos Judeus incinerados pairava sobre a Europa, o papa Pio XII, em contraposição à promessa de Deus, escreveu ao presidente Roosevelt, tentando dissuadi-lo de tornar a "palestina" em terra Judia:
"Não existe precedente histórico para justificar o regresso de um povo a uma terra deixada dezenove séculos atrás. Se os Hebreus desejam um lar, não seria muito difícil encontrar um território que lhes sirva melhor que a Palestina. Com o aumento da população Judaica naquela região, graves novos problemas surgiriam."
Sem precedentes históricos? E as promessas de Deus?
Pio XII nunca condenou o holocausto em público, tampouco buscou dissuadir Hitler de seu intento de aniquilar os Judeus. Porém se manifestou, de forma enfática, contra o regresso do povo Judeu à terra de Israel, a mesma que Deus lhes dera como herança eterna. Não seria mais coerente o "representante de Deus" concordar com Ele?
Do mesmo modo Pio X declarou em 1904:
"Não podemos reconhecer os Judeus como povo!"
Em 1919, o cardeal Pietro Gaspari, secretário de estado do vaticano escreveu:
"O perigo que mais nos amedronta é o da criação de um estado Judaico na palestina."
E quanto ao Islã? Essa religião de violência tem sempre forçado à conversões pela espada. Após a morte de Maomé, a maioria dos árabes abandonou o islã, dando origem às famosas "guerras da apostasia". Abu Bakr, o primeiro califa a suceder maomé, matou dezenas de milhares de ex muçulmanos, buscando reimplantar o islã. Até o início do século VIII, os ferozes guerreiros do islã haviam tomado a maior parte do Oriente Médio, muito da África e quase conquistaram toda a Europa. A violenta natureza do Islã é vista ainda hoje nas multidões bradando; "allah é grande", e infligindo terror e morte sobre os não muçulmanos.
O islã está por trás da maior parte do terrorismo no mundo. Hoje em dia, multidões muçulmanas, periodicamente, massacram milhares de cristãos, queimando e saqueando as suas terras.
No sul do Sudão, milhões de Cristãos foram privados de alimentos, escravizados e mortos pelo governo do norte.
É verdade que os Judeus foram mortos durante as cruzadas, mas isto foi contra os ensinamentos de Cristo e seus exemplos. Já os terroristas muçulmanos matam, em obediência ao seu deus allah, ao corão, e ao ensino e exemplo de maomé.
Qualquer estudioso sério concordará ser o dever sagrado de todo muçulmano, de todas as eras, praticar guerra santa o tanto quanto for possível, para forçar o mundo inteiro à submissão ao islã.
O corão contém mais de cem versículos sobre lutar e matar neste propósito.
Apesar de tudo a mídia insiste em chamar o islão de religião pacífica.
Muitos políticos e "líderes religiosos" em destaque, no ocidente, tem elogiado o islã e seus caminhos pacíficos.
QUANDO O OCIDENTE RECONHECER QUE O ISLÃ É ANTI CRISTÃO, DEMONÍACO, ASSASSINO E EXPANSIONISTA...
No sul do Sudão, milhões de Cristãos foram privados de alimentos, escravizados e mortos pelo governo do norte.
É verdade que os Judeus foram mortos durante as cruzadas, mas isto foi contra os ensinamentos de Cristo e seus exemplos. Já os terroristas muçulmanos matam, em obediência ao seu deus allah, ao corão, e ao ensino e exemplo de maomé.
Qualquer estudioso sério concordará ser o dever sagrado de todo muçulmano, de todas as eras, praticar guerra santa o tanto quanto for possível, para forçar o mundo inteiro à submissão ao islã.
O corão contém mais de cem versículos sobre lutar e matar neste propósito.
Apesar de tudo a mídia insiste em chamar o islão de religião pacífica.
Muitos políticos e "líderes religiosos" em destaque, no ocidente, tem elogiado o islã e seus caminhos pacíficos.
ESTA VISÃO ROMÂNTICA DO ISLÃ SÓ ENCORAJA O TERRORISMO!
Os muçulmanos tem, continuamente, se torturado, combatido e matado. Nos oito anos de guerra entre o Irã e o Iraque, foram usados milhares de toneladas de gás venenoso e as mortes somaram mais do que as da primeira guerra mundial. Nos territórios da OLP, tomados de Israel, não há liberdade de consciência, de expressão, de religião ou de imprensa, nem voto democrático. Isto caracteriza todos os países islâmicos
Na Arábia Saudita, berço do islamismo, não se admitem Judeus. Cidadania é privilégio muçulmano. É vedada a construção de templos que não sejam islâmicos e, segundo a lei universal do islamismo, a pena de morte é oficial, e é destinada ao muçulmano que se converta a qualquer outra religião. Não se pode carregar uma bíblia nas ruas da Arábia Saudita ou realizar estudo bíblico em seu próprio lar. No entanto, o islamismo é a religião que mais cresce no ocidente. Na Inglaterra congrega-se mais em mesquitas do que em templos cristãos. Da mesma forma, muitas mesquitas nos Estados Unidos tem contato com bases secretas de terrorismo, para que a jihad faça da América um país islâmico.
QUANDO O OCIDENTE RECONHECER QUE O ISLÃ É ANTI CRISTÃO, DEMONÍACO, ASSASSINO E EXPANSIONISTA...
E O MUÇULMANO QUE DESPREZA O TERRORISMO PERCEBER ESTAR SEGUINDO NÃO UMA RELIGIÃO, MAS UMA IDEOLOGIA DEMONÍACA, ASSASSINA E EXPANSIONISTA; LEMBRE-SE O PRIMEIRO, E O SEGUNDO RECONHEÇA:
O DEUS DE ISRAEL É O CRIADOR, PORTANTO PAI, DE TODOS OS HOMENS.
QUAL FILHO NÃO QUER CONHECER SEU PAI?
ORE, LEIA A BÍBLIA! VOCÊ PODE SER VISITADO AGORA MESMO PELO ESPÍRITO SANTO, SE DE TODO O TEU CORAÇÃO DESEJAR CONHECER QUAL A VONTADE DO PAI
DEUS TE ABENÇOE!
Continua...
Shalom
Brasil
Israel
Jerusalém
Portugal
Portugal
Paulo Dung

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