- Rússia e Ucrânia divulgam desinformação e 'reciclam' vídeos antigos

“A invasão russa foi acompanhada por um enorme 'barulho' de vídeos do TikTok projetados para semear a desmoralização entre os ucranianos”, diz Levitan. “Juntamente com vídeos genuínos do progresso do exército russo, havia vídeos 'emprestados' de outros exércitos e até filmes de Guerra nas Estrelas. A mensagem promovida aqui foi que o exército russo invasor é enorme.
De acordo com Levitan, o conflito Rússia-Ucrânia destaca como a guerra de informação é um componente integral do cenário contemporâneo da guerra, ao lado do combate tradicional. “Isso faz parte do paradigma da Guerra Fria 2.0”, diz ele. “Ambos os lados mostram que podem fazer movimentos significativos direcionados para o outro lado, a população local ou pessoas ao redor do mundo que estão assistindo aos eventos.”
A guerra de informação russa começou semanas antes da própria invasão, por meio de uma série de ataques cibernéticos em vários sites na Ucrânia, explica Levitan. “Ao mesmo tempo, a Rússia semeou desinformação deliberada, com Vladimir Putin e porta-vozes dizendo em declarações oficiais que não tinham intenção de invadir a Ucrânia”, diz Levitan. “O objetivo dessas medidas era semear medo e confusão entre os ucranianos. Mesmo antes da invasão, os russos usavam as redes sociais para mostrar o tamanho e a força da Rússia, por meio de vídeos e postagens nas redes”.
Então, um dia antes da invasão, a Rússia realizou um grande ataque a sites ucranianos conhecido como ataque distribuído de negação de serviço (DDoS) – uma tentativa maliciosa de interromper o tráfego normal de um servidor, serviço ou rede alvo, sobrecarregando o alvo ou sua infraestrutura ao redor com uma enxurrada de tráfego de internet. “Embora tal ataque não seja considerado tecnologicamente avançado, a profundidade e amplitude do ataque russo indicam alto poder em efeitos psicológicos”, diz Levitan.
A peça final da guerra psicológica e de informação da Rússia tem espalhado rumores, como um boato de que unidades especiais estavam sendo enviadas à Ucrânia para assassinar o presidente Volodymyr Zelensky, ou que Zelensky havia fugido da Ucrânia.
Além disso, o lado ucraniano também aprendeu a usar ferramentas de guerra de informação. “Desde o início, o objetivo da Ucrânia era se posicionar como um 'Davi' para 'Golias'”, continuou Levitan. “Por exemplo, com a ajuda de seu telefone celular, um combatente do lado ucraniano enviou vídeos que provocaram rumores e alegações russos de que ele havia fugido ou que os ucranianos estavam prestes a se render.”
Além disso, para manter o moral, a Ucrânia usa as redes sociais para mostrar suas conquistas durante a guerra, como derrubar aviões russos, atingir tanques e capturar prisioneiros de guerra russos. A credibilidade de algumas histórias de guerra ucranianas proeminentes não é clara, como a história de soldados na “Ilha da Cobra” que supostamente se recusaram a se render e foram mortos pelo fogo russo.
Nesse cenário é imprescindível saber separar os fatos das fotos.
Paz na terra aos homens de boa vontade!
Preste atenção nos sinais!
Levantai vossas cabeças!
A nossa redenção está na Justiça!
Justiça sem Deus, e suas lei como balança, é trapo de imundícia!
Não defendo A ou B, observo os atos e suas consequências.
Espero por C.
Yeshua, e seu Reino.
Enquanto isso...
Vou fazendo aqui o que se deve fazer.
Vivo, e deixo viver.
Cada um escolhe o seu caminho...
Que Deus abençoe à todos os buscadores da Verdade.
Paulo Dung
'Porque o reino dos céus é semelhante a um homem, pai de família, que saiu de madrugada a assalariar trabalhadores para a sua vinha...
Mateus 20:1
Paz!
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