terça-feira, 20 de outubro de 2015

Resposta a um "Português"


Julio Cesar de Melo e Sousa, o "Malba Tahan".


Quando eu era criança, lia muito "Malba Tahan", um grande brasileiro que nos fazia viajar com seus contos fantásticos, sempre com a cultura islâmica como pano de fundo. E eu ficava encantado com tanta sabedoria e convivência pacífica entre os “crentes” em allah de um lado, e o “povo do Livro”, de outro. Só que cresci, e a realidade é bem diferente dos nossos sonhos infantis. Hoje, vemos um Islâ apocalíptico que tem como único objetivo exterminar fisicamente aqueles que se opõe ao seu expansionismo. E, pergunte a qualquer português, com bom senso, o que ele acha da grande contribuição Islâmica na península, no passado e hoje.
Não sejamos sonhadores, nem vamos preencher as lacunas da história com fantasias infantis que não tem a menor base na realidade. O Islâ é expansionista e cruel e escravizador. Só isso. Nada mais. E, por ser parente sanguíneo de Israel, é pior ainda, pois quem, a não ser um bom filho da puta, vai atacar seus próprios parentes? A inveja, selou o destino do ser humano, desde os primórdios. E por, meu caro Trifólio, cada vez mais o mundo se parecer com um tabuleiro de xadrez, eu só consigo enxergar pedras pretas e brancas. Abraço!
Só para completar: Israel, por sua simples existência, é uma das causas do “Islamismo militante”. Ou, por qual das suas políticas você o acusaria? Permitir que os árabes tenham assento no seu parlamento? Devolver Gaza aos “palestinos”? Ou, qual outra política? Ah! Talvez a de se defender e não se deixar ser empurrado para o mar?  “Espertinhos esses Judeus,hem?”


Paulo Dung
Brasil Israel

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