Vamos aos fatos:
Os que estão chegando à Europa não são cristãos. No entanto, os cristãos são os verdadeiros perseguidos. Onde estão eles ? Onde estão as famílias cristãs que fogem do extermínio pelo Estado Islâmico?
A União Europeia é incapaz de gerir crises, sejam elas a grega, a ucraniana ou Kosovar. Ela sempre teve relações comerciais refinadas e privilegiadas com os ditatoriais regimes árabes - pelo petróleo e para acalmar os islâmicos que ameaçam com grandes ataques.
Em quatro anos, mais de 200.000 pessoas foram mortas na Síria, onde nasceu o monstro do Estado Islâmico. Este é o resultado da intervenção ocidental estúpida, da sua adoração cega para com a Primavera Árabe, e é ao público que os fabricantes destes erros estúpidos dos gigantes da geopolítica pedem para sofrer as consequências - uma invasão muçulmana.
Os “migrantes” árabes não vão para a riquíssima Arábia Saudita, que lhes fica em certos casos a zero quilometro. Preferem fazer 4.500 quilometros para virem para a detestada Europa dos “infiéis”.
Eles exigem que os cidadãos europeus mostrem compaixão, abertura e generosidade, num período em que a crise economica atinge as camadas sociais mais vulneráveis, em que os ataques islâmicos estão aumentando, a midia e os governos mentem. Os governos e os meios de comunicação europeus impõem uma obrigação moral aos europeus, mas não aos ricos países árabes do Golfo, que compram os melhores hotéis de luxo, clubes de futebol e elegantes edifícios das capitais europeias.
Esta exigência moral para com os europeus, e não para com os países árabes ricos, é uma covardia, que não incentiva as pessoas à generosidade, nem a confiarem nos seus líderes, e que incentiva a um temeroso nacionalismo europeu.
Ditaduras sangrentas e opulentas ao redor da Síria nadam em oceanos de riqueza, controlam milhões de hectares de terra, e não acolhem nem um refugiado.
Esses países não têm qualquer respeito não só pelos direitos humanos mais básicos, mas simplesmente pela vida humana, e os ativistas e pró-palestinos preferem permanecer em silêncio.
Estes países arcaicos constroem muros para impedir que milhares de perseguidos atravessem as suas fronteiras. E usam uma legislação férrea para que os poucos refugiados e migrantes económicos que conseguem entrar permaneçam cidadãos de segunda classe, se não escravos.
Esses países atrasados têm assento no Conselho de Direitos Humanos da ONU, enquanto nos seus países, minorias étnicas e religiosas são perseguidas, roubadas, abusadas, decapitadas ou queimadas vivas.
Em 1948, muitos colonos árabes que invadiram Israel em 1920, saíram do país para permitirem aos Exércitos árabes “atirarem os judeus todos ao mar”. Israel ganhou a guerra e esses colonos viram frustrados os seus intentos.
Israel é frequentemente criticado pela situação dos refugiados palestinos, após o ano de 1948. Mas qual é a situação dos “palestinos” nos países árabes, Líbano, Jordânia, Síria, Iraque, Arábia Saudita, Qatar, Kuwait, Egito?.. Desgraçada.
Em quatro anos, mais de 200.000 pessoas foram mortas na Síria, onde nasceu o monstro do Estado Islâmico. Este é o resultado da intervenção ocidental estúpida, da sua adoração cega para com a Primavera Árabe, e é ao público que os fabricantes destes erros estúpidos dos gigantes da geopolítica pedem para sofrer as consequências - uma invasão muçulmana.
Os “migrantes” árabes não vão para a riquíssima Arábia Saudita, que lhes fica em certos casos a zero quilometro. Preferem fazer 4.500 quilometros para virem para a detestada Europa dos “infiéis”.
Eles exigem que os cidadãos europeus mostrem compaixão, abertura e generosidade, num período em que a crise economica atinge as camadas sociais mais vulneráveis, em que os ataques islâmicos estão aumentando, a midia e os governos mentem. Os governos e os meios de comunicação europeus impõem uma obrigação moral aos europeus, mas não aos ricos países árabes do Golfo, que compram os melhores hotéis de luxo, clubes de futebol e elegantes edifícios das capitais europeias.
Esta exigência moral para com os europeus, e não para com os países árabes ricos, é uma covardia, que não incentiva as pessoas à generosidade, nem a confiarem nos seus líderes, e que incentiva a um temeroso nacionalismo europeu.
Ditaduras sangrentas e opulentas ao redor da Síria nadam em oceanos de riqueza, controlam milhões de hectares de terra, e não acolhem nem um refugiado.
Esses países não têm qualquer respeito não só pelos direitos humanos mais básicos, mas simplesmente pela vida humana, e os ativistas e pró-palestinos preferem permanecer em silêncio.
Estes países arcaicos constroem muros para impedir que milhares de perseguidos atravessem as suas fronteiras. E usam uma legislação férrea para que os poucos refugiados e migrantes económicos que conseguem entrar permaneçam cidadãos de segunda classe, se não escravos.
Esses países atrasados têm assento no Conselho de Direitos Humanos da ONU, enquanto nos seus países, minorias étnicas e religiosas são perseguidas, roubadas, abusadas, decapitadas ou queimadas vivas.
Em 1948, muitos colonos árabes que invadiram Israel em 1920, saíram do país para permitirem aos Exércitos árabes “atirarem os judeus todos ao mar”. Israel ganhou a guerra e esses colonos viram frustrados os seus intentos.
Israel é frequentemente criticado pela situação dos refugiados palestinos, após o ano de 1948. Mas qual é a situação dos “palestinos” nos países árabes, Líbano, Jordânia, Síria, Iraque, Arábia Saudita, Qatar, Kuwait, Egito?.. Desgraçada.
A verdade é que os Estados do Golfo não têm recebido qualquer refugiado sírio. A lendária solidariedade e o calor da grande nação árabe é, portanto, uma mentira? Se o Islam é uma religião de amor, como nos é dito, por que não está na vanguarda da assistência?
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