Num tempo de rotulagens e patrulhamentos, sair um pouquinho da caixa e pensar por si próprio, pode ser perigoso... para quem rotula e patrulha!
Como não tenho a menor intenção, nem inclinação para falar de pessoas só por falar, principalmente as vivas e normais, quando falo destas, estou querendo simplesmente exemplificar algumas virtudes, vícios ou defeitos que as caracterizam. Logicamente não quero detratar nem vilipendiar ninguém, simplesmente tomo aquilo que exemplifica um comportamento que não aceito, como fiz no último post, http://paulodung.blogspot.com.br/2016/02/ao-carvalho-com-todos-eles.html com os avarentos, com o professor de filosofia e seu curso online eterno e o recordista de memória, com suas dicas para passar em concursos, para enfatizar o que condeno. Nada contra os professores e ministradores de cursos online, muito pelo contrário, só não consigo admitir que um certo tipo de conhecimento ou dom seja vendido como uma mercadoria qualquer. De um sujeito que tem só uma memória prodigiosa como dom máximo, não espero nada mesmo, e até consigo entender que ele precifique seu dom e viva dele.
Ver um defeito de atitude, não de caráter, não significa que você condene a pessoa por inteiro, e às vezes é melhor escutar a palavra franca de quem não tem compromisso com salamaleques, do que a adulação cega dos bajuladores. Melhor parar por aqui. Não sirvo para esse tipo de explicações. O que falei, falei. O que não falei, um dia quem sabe, se me perguntarem, fale.
Desejo toda sorte do mundo aos avarentos, aos bajuladores, aos professores de filosofia online, aos campeões da memória, aos cegos, aos coxos, aos cantores, aos atores, aos escritores, aos atletas e a todos os que exercem com dignidade suas profissões. Deus abençoe vocês todos, e àqueles que, como expressão máxima em suas áreas, representam vocês
Um forte abraço,
Paulo Dung.
Shalom!
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