segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Afinal, quem é Israel?





Algumas vezes, fico paralisado diante da arrogância e prepotência de alguns.
Tenho visto nas redes sociais alguns tipos bem estranhos. São rápidos no gatilho, disparando sem parar contra a verdade e contra Israel, suas metralhadoras carregadas de balas da maldade. Aqueles que bebem numa fonte de água suja, jamais vão matar sua sede.

Não sou nenhum erudito, filósofo ou teólogo, mas com toda a certeza busco respostas para as questões que julgo serem as mais importantes no nosso mundo. E, definitivamente, nunca vi nenhuma que fosse mais controversa do que a que envolve esse pequeno país e seu povo, hoje, e desde que foi separado, instruído, rejeitado, espalhado e... reunido novamente.

Não vivemos num mundo perfeito mas, ao menos, colhemos os frutos da liberdade. E, enquanto for assim, vamos aproveitar. Afinal, a Luz que deveria guiar as nações vem cumprindo plenamente seu papel, e multidões e multidões ao longo destes séculos tem sido resgatadas da escuridão das trevas e do reino de satanás. Em primeiro lugar, devemos reconhecer que tudo isso foi fruto e cumprimento da palavra de Deus. Nossa civilização ocidental, foi influenciada diretamente por duas vertentes, que se originaram de um mesmo povo. Agora, para entendermos de que forma isso se deu, é necessário compreendermos os planos de Deus. E só podemos compreende-los, se estudarmos com afinco um livro que foi preservado por este mesmo povo. Tanto a velha quanto a nova aliança foram dadas, a primeira, aos Hebreus, no monte Sinai e a segunda, primeiramente à casa de Judá e à casa de Israel e em seguida, aos gentios. Por não compreenderem estas duas casas, os "teólogos" papistas, em geral, e os protestantes, algumas vezes, criam  uma grande confusão e arrastam, desta forma, milhões ao engano. É tempo de olharmos, sem a ajuda destes doutores, alguns aspectos que ajudam no entendimento da questão:

Afinal, quem é Israel, hoje?

Muitos pensam que Salomão, filho de Davi, da tribo de Judá, rei de Israel, teve um reinado totalmente de paz. Apesar de Davi ter unificado as doze tribos e reinado sobre uma nação chamada Israel, cuja capital era Jerusalém, não foi bem assim. Além de Hadade, o Edomeu (dos filhos de Edom), e Rezom (filho de um fugitivo do reino de Zobá), ferozes inimigos de Davi, que se revoltaram contra Salomão após a morte de seu pai, Jeroboão, um efraimita (da tribo de Efraim) também se levantou contra Salomão, que tentou mata-lo. Porém Jeroboão fugiu para o Egito, regressando a Israel somente após a morte de Salomão.

Morrendo Salomão, seu filho Roboão, reinou em seu lugar. Porém, em cumprimento da palavra de Deus, proferida pela boca do profeta Aías,  Jeroboão, da tribo de Efraim, se revoltou contra Roboão e, junto com dez tribos, se separou da tribo de Judá, formando o reino de Israel e tendo, algum tempo depois, Samaria como capital. Por outro lado, os Benjamitas (da tribo de Benjamin) se uniram a Roboão (da tribo de Judá), formando o que ficou conhecido como  reino de Judá , cuja capital era Jerusalém.

Com o passar do tempo, e também em cumprimento de profecias específicas, Israel foi totalmente disperso, dando origem ao que ficou conhecido como as dez tribos perdidas. Lembram quando Jesus falou que veio para as ovelhas perdidas da casa de Israel? Pois bem, diferente de Israel, Judá permaneceu como um reino, e manteve sua capital em Jerusalém, até que (não sem antes ter sido invadido, levado cativo por Nabucudonosor, rei de Babilônia, e  depois regressado); em 70 D.C. sob o comando de Tito, Jerusalém foi arrasada e os Judeus, assim como anteriormente os Israelitas, foram dispersos, ficando somente um pequeno remanescente, que sempre ocupou aquela terra.

E assim, as doze tribos foram dispersas entre todas as nações, separadamente. Primeiro 10 tribos, como Israel. Depois 2 tribos, como Judá.
Tudo isto aconteceu, como cumprimento da palavra de Deus que lhes disse, desde o deserto, quando lhes entregou as leis e os estatutos que deveriam regular suas vidas que, se obedecessem, tudo lhes iria bem e até mesmo as nações perguntariam: "Que povo é este, que tem leis e estatutos tão bons?" Mas se não obedecessem, tudo lhes iria mal, e acabariam espalhados por Deus entre todas as nações.

Acontece que Deus tinha um plano para estas duas casas, e jurou ao profeta Jeremias que, assim como as dividiu e espalhou, as uniria e traria de volta novamente e que, assim unificadas, seriam conhecidas pelo nome de Israel, assim como eram  no tempo de Moisés e de Davi.

Essa pequena nação, que esteve errante durante mais de dois mil anos foi ajuntada novamente, cumprindo as profecias bíblicas que garantiam que eles seriam trazidos dos quatro cantos da terra, de todos os lugares para onde haviam sido dispersados.

Será que é tão difícil compreender que Israel, hoje, é a pátria de todas as tribos perdidas?
E que eles estão justamente onde Deus queria que eles estivessem?

Um sujeito que se diz teólogo não pode, jamais, ser um cego para a escatologia.
Se Deus afirma que nos últimos tempos todas as nações da terra estariam contra Israel e contra Jerusalém, e que ele faria de Jerusalém uma pedra pesada, e todos aqueles que a quisessem carregar seriam destruídos, como alguém em sã consciência pode ficar contra Israel e, ainda mais, instigar outros a se colocarem contra, também, com o argumento de que os Judeus estão por trás de todo movimento comunista e de toda a guerra, maldade e colonialismo? Ou que a igreja substituiu Israel?

Cuidado você, que se considera Cristão, para não ser pego lutando contra a vontade de Deus.


Orai pela paz de Jerusalém; prosperarão aqueles que te amam.
Salmos 122:6

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Shalom Israel
Shalom Amigos de Israel

Paulo Dung

Yeshua, Yaohushua, Jesus (em breve saberemos seu verdadeiro nome) é a luz do mundo, e a verdadeira e única aliança!







domingo, 7 de fevereiro de 2016

So sorry

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Num tempo de rotulagens e patrulhamentos, sair um pouquinho da caixa e pensar por si próprio, pode ser perigoso... para quem rotula e patrulha! 



Como não tenho a menor intenção, nem inclinação para falar de pessoas só por falar, principalmente as vivas e normais, quando falo destas, estou querendo simplesmente exemplificar algumas virtudes, vícios ou defeitos que as caracterizam. Logicamente não quero detratar nem vilipendiar ninguém, simplesmente tomo aquilo que exemplifica um comportamento que não aceito, como fiz no último post, http://paulodung.blogspot.com.br/2016/02/ao-carvalho-com-todos-eles.html  com os avarentos, com o professor de filosofia e seu curso online eterno e o recordista de memória, com suas dicas para passar em concursos, para enfatizar o que condeno. Nada contra os professores e ministradores de cursos online, muito pelo contrário, só não consigo admitir que um certo tipo de conhecimento ou dom seja vendido como uma mercadoria qualquer. De um sujeito que tem só uma memória prodigiosa como dom máximo, não espero nada mesmo, e até consigo entender que ele precifique seu dom e viva dele.
Ver um defeito de atitude, não de caráter, não significa que você condene a pessoa por inteiro, e às vezes é melhor escutar a palavra franca de quem não tem compromisso com salamaleques, do que a adulação cega dos bajuladores. Melhor parar por aqui. Não sirvo para esse tipo de explicações. O que falei, falei. O que não falei, um dia quem sabe, se me perguntarem, fale.
Desejo toda sorte do mundo aos avarentos, aos bajuladores, aos professores de filosofia online, aos campeões da memória, aos cegos, aos coxos, aos cantores, aos atores, aos escritores, aos atletas e a todos os que exercem com dignidade suas profissões. Deus abençoe vocês todos, e àqueles que, como expressão máxima em suas áreas, representam vocês

Um forte abraço,
Paulo Dung.
Shalom!



sábado, 6 de fevereiro de 2016

Ao car(v)alho com todos eles!



Sábado de carnaval.

Vivo numa pequena cidade, e bota pequena nisso. Durante o ano privilegiamos o pequeno comércio local, pagando um preço mais alto, quando podíamos comprar mais barato na cidade mais próxima. É uma atitude válida, porque queremos encontrar aqui mesmo os itens que mais precisamos, então nada mais lógico que fortalecer o comércio local. Ou seja, uma mão lava a outra. Além do mais, conhecemos cada comerciante, seus filhos, sobrinhos, netos e nos importa, e muito, vê-los bem, e com comida farta na mesa.
O engraçado é que na vida, encontramos todos os tipos de pessoas e, aos olhos de alguns avarentos, somos apenas vítimas a serem arrochadas, junto com a enxurrada de turistas que invadem a paz em que vivemos, nessa maldita época de carnaval. Ou seja, o bem que estabelecemos durante o ano inteiro, no carnaval, não é nem considerado, e pagamos o dobro ou até o triplo do preço.

Por que o assunto?

Ora, porque se pensarmos bem, vamos ver que, para além das más pessoas, nosso sistema é arcaico e gerador de hipocrisias e indiferenças.
Por exemplo,
Estava vendo na internet um sujeito que desenvolveu um método que, segundo ele  ( que se intitula o homem com a melhor memória do Brasil ), aumenta o desempenho da memória para fins de concursos, provas de faculdade, até para aqueles alunos que não estudaram o ano inteiro e que tem que fazer uma boa prova. Ou seja, macetes para decoreba. Estudar, que é bom. nada. Assimilar o que leu, nada. Outro exemplo é o de um professor de filosofia, com um curso online ad infinitum, ou seja, fornecimento de filosofia com consumo contínuo. Que negócio bom, não? Ou seja, ninguém vai nunca andar com suas pernas, e no final das contas vemos que até aqueles que parecem bons e que querem o nosso bem, estão se lixando, e na verdade, só se preocupam com suas barrigas e egos. São os pequenos  espertos preenchendo nichos de mercado. Agora, se pensarmos bem, metade das profissões existentes poderiam ser extintas, que não fariam a menor falta, e melhor fariam esses profissionais se trabalhassem de verdade em algo benéfico para a sociedade.

Por mim todos os  cantores, músicos, atores, escritores, atletas, etc, etc, deveriam exercer graciosamente suas artes. Cantar não é trabalho. Escrever, muito menos. Fingir que é outra pessoa, como fazem os atores, na verdade, apesar de todo o glamour, é uma atividade deplorável. Mas, não vivemos num mundo e, muito menos, num país sério. O oba oba, a vantagem, o esnobismo hipócrita dos que mesmo não tendo nada, ostentam o que não tem como se de fato tivessem, estimula aos que não tem juízo a almejarem essa vida de aparências. É como o sujeito que come miojo em casa com a família, mas se mata pra pagar as prestações do belo carrão e do relógio de ouro, pra poder ser chamado de doutor, e todos vão acreditando nas mentiras e nas falsas aparências.

E clamam por justiça. E dizem que o país está sendo governado por ladrões, comunistas, pedófilos, gays, lésbicas. Como se suas "doenças" fossem melhores que as dos infelizes citados.  Se afastam do pecador, porque devem achar contagioso o contato. Compaixão pelo pecador? Nem pensar. Se acham justos, santos e melhores. Raça de canalhas. O pior pecado do homem é a hipocrisia. Nada é mais desprezível do que esse vício em se achar perfeito, sem defeitos, sem erros, quando na verdade chafurdam numa lama gosmenta que os cega para si próprios e, pior, pensam que todos são cegos também.

Outra coisa, quem dizia uma coisa, até há pouco tempo atrás, hoje, jura que nunca disse. Quem se aliou aos movimentos, hoje, diz que nunca apoiou. A verdade é que os nossos "mestres" são confusos, cheios de si, arrogantes, divisionistas, e o que eu sinto, na verdade, é muita vergonha de ver que tantos e quantos vão atrás, porque precisam de um guia.
Ao car(v)alho com todos eles!


Paulo Dung
Desejo que todos sejam livres, reconheçam seus erros, se arrependam e conheçam qual a verdadeira vontade de Deus.

Shalom!
Paz e justiça!



sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Roubaram?



É verdade que os Judeus roubaram a terra dos árabes ?


É nas redações dos importantes veículos da mídia impressa e eletrônica, no Brasil e no Exterior, que percebe-se o fecundar dos novos ovos de serpentes gerados pela falsificação dos fatos.

A verdade é o único mérito que dá dignidade e valor à história. Sendo assim, é uma necessidade permanente acender novas luzes sobre este assunto para que ela (a verdade) não seja metralhada. 

Só com a livre e correta informação, iremos garantir o direito das pessoas ao conhecimento dos fatos, para que possam, assim, julga-los com retidão. 


Mas e então, os judeus roubaram a terra dos árabes ?


A verdade é que, desde o início da Primeira Guerra Mundial, parte da terra da Palestina estava nas mãos de proprietários ausentes que viviam no Cairo, em Damasco e em Beirute. Por volta de 80% dos árabes palestinos eram camponeses, seminômades e beduínos endividados.
Na realidade, os judeus se esforçaram para evitar a compra de terras em áreas onde os árabes pudessem ser desalojados. Eles buscaram terras que eram praticamente não-cultivadas, pantanosas, baratas e, o mais importante, desabitadas. Em 1920, o líder trabalhista sionista David Ben-Gurion expressou preocupação acerca dos felahin árabes, os quais via como “o ativo mais importante da população nativa”. Ben-Gurion disse que:

“Sob nenhuma circunstância devemos tocar a terra pertencente aos felahin ou trabalhada por eles”. 

Ele defendeu que eles fossem libertados de seus opressores:

Somente no caso de um felah abandonar o seu lugar de assentamento”, é que devemos nos oferecer a comprar sua terra, e por um preço adequado”.

Só depois que os judeus compraram toda a terra não-cultivada disponível foi que adquiriram as cultivadas. Muitos árabes desejavam vendê-las, seja porque queriam se mudar para as cidades do litoral, seja porque precisavam de dinheiro para investir na indústria de cítricos. Quando John Hope Simpson chegou à Palestina em maio de 1930, comentou:

Eles [os judeus] pagaram altos preços pela terra; além disso, pagaram a alguns dos seus ocupantes um montante considerável de dinheiro que legalmente não eram obrigados a pagar”.

Em 1931, Lewis French levantou a quantidade de árabes sem-terra e ofereceu lotes aos interessados. Foram recebidas três mil inscrições, das quais 80% foram consideradas inválidas pelo assessor legal do governo, porque os inscritos não atendiam ao requisito básico, ou seja, não eram árabes sem terra. Sobraram apenas 600 inscritos, dos quais cem aceitaram a oferta de terras do governo. Em abril de 1936, uma nova seqüência de ataques árabes aos judeus foi instigada por um guerrilheiro sírio chamado Fawzi al Cawukji, comandante do Exército de Libertação Árabe.

Em novembro, quando os britânicos finalmente enviaram uma nova comissão de investigação encabeçada por Lord Peel, 89 judeus haviam sido mortos e mais de 300 feridos. O relatório da Comissão Peel descobriu que as queixas árabes sobre a aquisição de terras pelos judeus eram infundadas. Ele indicou que:

“Grande parte da terra agora carregada de laranjais antes eram dunas de areia ou pântanos e não-cultivadas quando foram compradas (...) havia, na época das primeiras vendas, poucas evidências de que os proprietários possuíssem até mesmo recursos ou preparo necessário para desenvolver a terra”. 

Além disso, a comissão descobriu que a escassez “se devia menos à quantidade de terra adquirida pelos judeus do que pelo crescimento da população árabe”.
O relatório concluiu que a presença de judeus na Palestina, juntamente com o trabalho da administração britânica, resultaram em maiores ganhos, padrão de vida mais elevado e amplas oportunidades de emprego. Em suas memórias, o rei Abdulah da Transjordânia escreveu:

“Está bastante claro para todos, tanto pelo mapa traçado pela Comissão Simpson quanto por outro compilado pela Comissão Peel, que os árabes são tão pródigos em vender suas terras como o são em prantos e choros inúteis."

Mesmo na época da revolta árabe de 1938, o Alto-Comissariado britânico para a Palestina acreditava que os proprietários árabes se queixavam das vendas aos judeus para aumentar os preços das terras que pretendiam vender. Muitos deles foram tão aterrorizados por rebeldes árabes que decidiram abandonar a Palestina e vender suas propriedades aos judeus. Os judeus pagavam preços exorbitantes a ricos proprietários de terra por pequenos lotes de terra árida:

“Em 1944, os judeus pagavam entre US$ 1.000 e US$ 1.100 por acre na Palestina, em sua maior parte terras áridas ou semiáridas; no mesmo ano, a rica terra preta de Iowa (EUA) era vendida por aproximadamente US$ 110 por acre”.

Por volta de 1947, as propriedades judaicas na Palestina somavam por volta de 463 mil acres (1.874 km2), dos quais aproximadamente 45 mil adquiridos do governo do Mandato Britânico, 30 mil de diversas igrejas e 387.500 dos árabes.
Análises das compras de terra entre 1880 e 1948 mostram que 73% dos lotes judaicos foram comprados de grandes proprietários de terra, não dos pobres felahin.
Entre os que venderam terra estavam os governantes de Gaza, Jerusalém e Iafo.
As’ad el-Shukeiri, um erudito religioso muçulmano e pai do presidente da OLP Ahmed Shukeiri, recebeu dinheiro dos judeus por sua terra. Até mesmo o rei Abdulah arrendou terra aos judeus.
Na verdade, muitos líderes do movimento nacionalista árabe, inclusive membros do Conselho Supremo Muçulmano, venderam terra aos judeus.

Sendo assim, a verdade é que os Judeus não roubaram, pelo contrário, compraram, e a preços majorados, terras aos Árabes.

"Comprarão campos por dinheiro, e assinarão as escrituras, e as selarão, e farão que confirmem testemunhas, na terra de Benjamim, e nos contornos de Jerusalém, e nas cidades de Judá, e nas cidades das montanhas, e nas cidades das planícies, e nas cidades do sul; porque os farei voltar do seu cativeiro, diz o Senhor."   Jeremias 32:44


Shalom 
Israel
Brasil
Portugal

Paulo Dung

sábado, 30 de janeiro de 2016

Palestina x Austrália

Em 1939, a Palestina enfrentou a Austrália e... todos os seus jogadores eram Judeus!



Palestina (camisa mais clara) x Austrália, em Sydney, 8 de julho de 1939. Reprodução. No destaque, o capitão Avraham Reznik

Muitos fatos sobre o conflito Israel-palestina não aparecem nos livros de história. Outros tantos são usados como forma de desinformação. O que temos aqui se encaixa nos dois casos.
Em 1939, a seleção da Palestina fez uma excursão de cinco meses à Austrália, que teve grande repercussão na mídia local. Na internet, temos acesso a fotos, reportagens, um vídeo de ótima qualidade de um dos jogos, e também páginas e mais páginas palestinas que usam este vídeo como “prova” de que existiu um Estado palestino. Vejamos.
Como aponta Richard Henshaw, em “The Encyclopedia of World Soccer”, o futebol foi introduzido na Palestina pelos militares britânicos durante a ocupação do território na Primeira Guerra Mundial. Depois da guerra, o desenvolvimento do esporte foi continuado por "judeus europeus que haviam conhecido o futebol em seus países de origem". Os árabes palestinos, especificamente os de crença islâmica, se abstiveram de participar nesta face inicial, devido à sua resistência a "instituições culturais ocidentais".
A Eretz Israel Football Association foi fundada em agosto de 1928 e aceita pela FIFA em 6 de junho de 1929. Portanto, judeus representavam a Palestina. Você viu algo a respeito em seu livro de história?
Em 1939, a seleção palestina fez uma excursão de cinco meses à Austrália. Foram 19 jogos, entre junho e agosto de 1939. Cinco deles contra a seleção da Austrália, o restante contra clubes locais. As viagens de navio (ida e volta) tomaram dois meses. A viagem de volta teve escalas alteradas, devido ao início da Segunda Guerra Mundial. Três jogadores ficaram na Austrália para se alistar no Exército. Dois deles morreram em combate contra os japoneses na Nova Guiné.
Segundo Henshaw, nos jogos internacionais da seleção palestina, três hinos eram tocados: o britânico, o judaico (e futuro de Israel) "Hatikvah" e o da equipe adversária.
A escalação da seleção palestina não deixa dúvidas: Sidi, Reznik (capitão) e Beth-Halevy, Lieberman, Fuchs e Menahem, Shulamson, Werner, Neufeld, Machlis e Ginsburg. Uma linha para judeu nenhum botar defeito (nossa suposição é que eles atuavam no 2-3-5, como a seleção da Itália, campeã da Copa de 1938). E não podemos esquecer: em várias partidas, Alembik entrou no lugar de Shulamson - provável opção tática do treinador palestino, Egon Pollak.
Note-se que as manchetes da mídia australiana traziam fotos dos palestinos com a Magen David na camisa (veja logo abaixo), o que deixa claro que os judeus palestinos de 1939 também eram parte do povo palestino. Afinal, em 1939 (e nos 1.904 anos anteriores) o termo Palestina referia-se à região cujo nome havia sido imposto pelo imperador romano Adriano à então província da Judeia, no ano 135 da Era Comum. Palestina sempre foi o nome de uma região geográfica, assim como Sibéria e Patagônia. A própria Partilha da Palestina pela ONU, em 1947, decidiu pela criação de um Estado judeu e um Estado árabe – e não palestino. Pois se o território da Palestina seria partilhado, os dois Estados advindos desta Partilha seriam obrigatoriamente palestinos, o árabe e o judeu. Fato: o Estado judeu palestino é Israel; os árabes não aceitaram a Partilha e, nas muitas guerras que se seguiram após a fundação de Israel, mostraram que estavam mais preocupados em destruí-lo do que em construir o seu Estado.
 
Palestinos entram em campo para o segundo match contra a Austrália, realizado em 15 de julho de 1939, no Exhibition Ground, em Brisbane. A Austrália venceu por 2 a 1; Neufeld fez o gol palestino. Em destaque, além da Magen David, o goleiro Sidi. 
Foto: ozfootball.
Mas é o filme da British Pathé, produtora britânica criada em 1910, que merece atenção especial. Entre seus pontos altos, o cumprimento dos capitães (foto no topo da página), o entusiasmo do locutor ao constatar que “os palestinos atacam de forma brilhante” [0:40 min], sabendo que eles são judeus...
Faltou às páginas e mais páginas palestinas darem um pause no [0:03 min] para saber quem representava o ”Estado palestino”, cuja “existência” em 1939 o vídeo “prova”. O fato: esta é uma seleção do Mandato da Palestina sob administração britânica, com jogadores judeus, quase todos do Maccabi Tel Aviv. 
ASSISTA a trechos do primeiro dos cinco jogos Palestina vs. Austrália, em 8 de julho de 1939 no Sydney Cricket Ground, para um público de 14.896 amantes do bom futebol, que viram a Austrália vencer por 7 a 5 (o vídeo mostra o fatídico sétimo gol). Mas nem tudo é tristeza: em 22 de julho, no mesmo estádio, a Palestina venceu por 2 a 1, gols de Ginsberg e Neufeld (sempre ele), perante 6.975 incrédulos australianos. 
Por fim, numa licença poético-histórica, pode-se conjecturar que os judeus desta seleção não foram boicotados, porque eram... palestinos!
Para a posteridade: seleção palestina em foto de 10 de julho de 1939, com sua Magen David. O último à direita, em pé, é Egon Pollak. Na outra ponta, o manager G. Arazi. O capitão Reznik é o segundo à esquerda, na fila do meio. O goleiro é o Sidi, no primeiro plano à esquerda. 
Foto:ozfootball.

Fonte: CONIB (Confederação Israelita do Brasil)
Shalom Israel
Shalom Palestina
Paulo Dung

sábado, 16 de janeiro de 2016

Nunca Mais - parte III



       Já que Jerusalém sempre foi a capital de Israel e seus reis, e  hoje sedia seu parlamento, por que será então que as embaixadas estrangeiras se situam em outros pontos?
Diante de um  mundo cada vez mais anti sionista e anti semita, não custa lembrar aos de boa vontade que, além dos esquerdopatas...

"Os maiores inimigos de Israel são o islã e o catolicismo romano."Resultado de imagem para mesquita árabe e vaticano


Pois não é que, segundo o vaticano, a presença de Israel no lado Oriental de Jerusalém constitui uma ocupação ilegal?

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Alguns fatos:

Em março de 1999 Israel foi advertido pela união europeia de que esta não reconhecia sua soberania sobre Jerusalém.
Numa bula papal do jubileu de 2.000, o papa João Paulo II rejeitou, novamente, a soberania Israelense sobre Jerusalém.
Em Fevereiro de 2.000 o vaticano assinou um acordo com a OLP, no qual pedia garantias internacionais de que Jerusalém fosse mantida sob controle internacional.
O papa atual, Francisco, continua propondo a divisão de Jerusalém, como se desconhecesse as passagens bíblicas em que Deus diz o peso que Sua cidade terá sobre aqueles que fizerem isto. O que é totalmente imperdoável para aquele que se diz o "representante de Deus."

João Paulo II recebia, CALOROSAMENTE, o facínora Yasser Arafat, até mesmo quando este estava no auge de sua carreira como um dos assassinos e criminosos mais notórios do mundo.

É claro que João Paulo II condenava, piamente, o antissemitismo, como lhe cabia fazer. Porém, ele se limitava a desculpar-se por atos cometidos por "filhos e filhas" da igreja, e ele nunca, jamais, admitiu que os Judeus e Cristãos martirizados na Inquisição, o foram por política oficial da igreja católica e seus papas.

Roma insiste, até em nossos dias, que os Católicos, e não os Judeus, são o povo escolhido de Deus. Por exemplo, em 1928 um decreto do vaticano se referia aos Judeus como o povo, anteriormente, escolhido por Deus.

Em 1965, o II Concílio do Vaticano declarou:
  "A Igreja Católica constitui o novo povo de Deus,"

A roma católica se denomina "a cidade santa", "a cidade eterna", "a cidade de Deus"; títulos que Deus deu a... JERUSALÉM!!!
O interessante é que, ao invés de repreender Arafat por sua paixão em aniquilar Israel, e por suas crenças islâmicas anticristãs, o papa aceitou seu convite para estar com ele em Jerusalém e a celebrar quem Arafat chamou de "o nosso Jesus". Nosso Jesus???
Segundo Arafat, Jesus foi um Palestino que lutava contra Israel por sua, liberdade!!! E o papa apenas sorriu e o abençoou.

Os Judeus culpam a Cristo e aos Cristãos pelo antissemitismo do catolicismo romano, mas o catolicismo, com seu falso evangelho de obras, sacramentos, purgatório e indulgências, não representa o Cristianismo bíblico. Nenhum Cristão verdadeiro pode ser um antissemita. Jesus foi um Judeu! Inclusive a igreja católica matou muito mais Cristãos bíblicos do que matou Judeus.
O papa Inocêncio III massacrou por completo a cidade de Béziers na França.
Morreram cerca de 60.000 Cristãos Albigenses e, segundo o papa, foi o auge do seu papado!
Os exércitos dos papas levaram 1 século para exterminar os Albigenses, e o mesmo destino foi imposto aos Valdenses e aos Huguenotes, entre outros.
No massacre de São Bartolomeu, foram chacinados 70.000 Huguenotes. Mais de 200.000 foram mortos depois, e 500.000 fugiram da França para salvar a vida.
E como estes, há muitos e muitos outros exemplos.

Hitler não assassinaria 6.000.000 de Judeus, se os séculos do antissemitismo romano não tivessem preparado o caminho. Em 26 de abril de 1933, Hitler relembrou aos representantes do vaticano que por quinze séculos Roma considerara os Judeus "parasitas a serem exterminados", e que ele simplesmente lhes oferecia uma solução final para o "problema dos Judeus."

Antes de se tornar o papa Pio XII, o cardeal Eugene Pacceli, núncio papal na Alemanha, entregou dinheiro do vaticano à Hitler, para ajuda-lo a formar o Partido Nazista. Ao se tornar papa, Pacceli enviou uma mensagem de apoio ao Fuhrer:

 Ao Ilustre Herr Adolf Hitler, Fuhrer e chanceler do governo Alemão:

"É com grande prazer que recordamos os muitos anos passados na Alemanha como núncio apostólico, ocasião em que fizemos de tudo para estabelecer relações harmoniosas entre a igreja e o estado. Agora, suplicamos ainda mais fervorosamente alcançar este alvo."

Em 1939, os abusos de Hitler, bem como suas intenções para com os Judeus, já eram conhecidos de todo o mundo. Foi em Janeiro daquele ano que Hitler declarou que: "A guerra resultaria no extermínio da raça Judaica," Após quatro anos, em 22 de junho de 1943, enquanto a fumaça dos Judeus incinerados pairava sobre a Europa, o papa Pio XII, em contraposição à promessa de Deus, escreveu ao presidente Roosevelt, tentando dissuadi-lo de tornar a "palestina" em terra Judia:

"Não existe precedente histórico para justificar o regresso de um povo a uma terra deixada dezenove séculos atrás. Se os Hebreus desejam um lar, não seria muito difícil encontrar um território que lhes sirva melhor que a Palestina. Com o aumento da população Judaica naquela região, graves novos problemas surgiriam."

Sem precedentes históricos? E as promessas de Deus?

Pio XII nunca condenou o holocausto em público, tampouco buscou dissuadir Hitler de seu intento de aniquilar os Judeus. Porém se manifestou, de forma enfática, contra o regresso do povo Judeu à  terra de Israel, a mesma que Deus lhes dera como herança eterna. Não seria mais coerente o "representante de Deus" concordar com Ele? 

Do mesmo modo Pio X declarou em 1904: 

"Não podemos reconhecer os Judeus como povo!"


Em 1919, o cardeal Pietro Gaspari, secretário de estado do vaticano escreveu: 

"O perigo que mais nos amedronta é o da criação de um estado Judaico na palestina."



                E quanto ao Islã? Essa religião de violência tem sempre forçado à conversões pela espada. Após a morte de Maomé, a maioria dos árabes abandonou o islã, dando origem às famosas "guerras da apostasia". Abu Bakr, o primeiro califa a suceder maomé, matou dezenas de milhares de ex muçulmanos, buscando reimplantar o islã. Até o início do século VIII, os ferozes guerreiros do islã haviam tomado a maior parte do Oriente Médio, muito da África e quase conquistaram toda a Europa. A violenta natureza do Islã é vista ainda hoje nas multidões bradando; "allah é grande", e infligindo terror e morte sobre os não muçulmanos. 

O islã está por trás da maior parte do terrorismo no mundo. Hoje em dia, multidões muçulmanas, periodicamente, massacram milhares de cristãos, queimando e saqueando as suas terras. 
No sul do Sudão, milhões de Cristãos foram privados de alimentos, escravizados e mortos pelo governo do norte.

É verdade que os Judeus foram mortos durante as cruzadas, mas isto foi contra os ensinamentos de Cristo e seus exemplos. Já os terroristas muçulmanos matam, em obediência ao seu deus allah, ao corão, e ao ensino e exemplo de maomé.
Qualquer estudioso sério concordará ser o dever sagrado de todo muçulmano, de todas as eras, praticar guerra santa o tanto quanto for possível, para forçar o mundo inteiro à submissão ao islã.
O corão contém mais de cem versículos sobre lutar e matar neste propósito. 

Apesar de tudo a mídia insiste em chamar o islão de religião pacífica.
Muitos políticos  e "líderes religiosos" em destaque, no ocidente, tem elogiado o islã e seus caminhos pacíficos.   
                 ESTA VISÃO ROMÂNTICA DO ISLÃ SÓ ENCORAJA O TERRORISMO!


Os muçulmanos tem, continuamente, se torturado, combatido e matado. Nos oito anos de guerra entre o Irã e o Iraque, foram usados milhares de toneladas de gás venenoso e as mortes somaram mais do que as da primeira guerra mundial. Nos territórios da OLP, tomados de Israel, não há liberdade de consciência, de expressão, de religião ou de imprensa, nem voto democrático. Isto caracteriza todos os países  islâmicos
Na Arábia Saudita, berço do islamismo, não se admitem Judeus. Cidadania é privilégio muçulmano. É vedada a construção de templos que não sejam islâmicos e, segundo a lei universal do islamismo, a pena de morte é oficial, e é destinada ao muçulmano que se converta a qualquer outra religião. Não se pode carregar uma bíblia nas ruas da Arábia Saudita ou realizar estudo bíblico em seu próprio lar. No entanto, o islamismo é a religião que mais cresce no ocidente. Na Inglaterra congrega-se mais em mesquitas do que em templos cristãos. Da mesma forma, muitas mesquitas nos Estados Unidos tem contato com bases secretas de terrorismo, para que a jihad faça da América um país islâmico.


QUANDO O OCIDENTE RECONHECER QUE O ISLÃ É ANTI CRISTÃO, DEMONÍACO, ASSASSINO E EXPANSIONISTA...
 E O MUÇULMANO QUE DESPREZA O TERRORISMO PERCEBER ESTAR SEGUINDO NÃO UMA RELIGIÃO, MAS UMA IDEOLOGIA DEMONÍACA, ASSASSINA E EXPANSIONISTA; LEMBRE-SE O PRIMEIRO, E O SEGUNDO RECONHEÇA: 
O DEUS DE ISRAEL É O CRIADOR, PORTANTO PAI, DE TODOS OS HOMENS. 
 QUAL  FILHO  NÃO QUER CONHECER  SEU PAI?
ORE, LEIA A BÍBLIA! VOCÊ PODE SER VISITADO AGORA MESMO PELO ESPÍRITO SANTO, SE DE TODO O TEU CORAÇÃO DESEJAR CONHECER QUAL A VONTADE DO PAI
 DEUS TE ABENÇOE!


Continua...

Shalom
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Paulo Dung